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REESTRUTURAÇÃO ORGANIZACIONAL: MELHORE OS RESULTADOS DA SUA EMPRESA!

São muitas as empresas que passam por uma Reestruturação Organizacional, algumas empresas até mais de uma vez. E isso é válido tanto para as pequenas empresas como também para as grandes corporações.

Pois tanto o ambiente externo à empresa como tudo o que acontece dentro dela faz surgir a demanda por revisar sua estrutura e buscar mais eficiência e melhores resultados.

O que é uma reestruturação organizacional

Toda empresa possui uma estrutura, esteja ela bem ou mal preparada para alcançar os objetivos empresariais. A reestruturação organizacional consiste em revisar essa estrutura e adequá-la às demandas da empresa e do mercado, favorecendo o alcance dos objetivos.

Assim, antes de falarmos de uma reestruturação, devemos tratar sobre a estrutura de uma empresa.

Qualquer empresa, desde sua fundação, possui uma estrutura que é aprimorada com o tempo.

Essa estrutura é composta por:

  • Pessoas (a começar pelos sócios);
  • Processos e políticas;
  • Produtos e serviços;
  • Áreas e departamentos;
  • Espaços, equipamentos e bens físicos;
  • Sistemas, softwares e ferramentas;
  • Entre outros itens.

Toda essa estrutura tem uma única finalidade: permitir e favorecer que a empresa cumpra com a sua finalidade e alcance os seus objetivos.

Assim, uma empresa não existe (ou não deveria existir) em função da sua estrutura, mas é a estrutura que existe para que a empresa chegue onde deseja.

O que acontece é que essa estrutura pode não estar ajudando a empresa, ou não estar auxiliando com o máximo de eficiência e eficácia.

As pessoas não são mais produtivas, quando os processos e políticas não estão padronizados e integrados, os produtos e serviços já não condizem com o mercado, as áreas e departamentos não estão integrados entre si, a estrutura física está ultrapassada, os sistemas estão obsoletos ou inexistentes, e assim por diante.

É neste momento que surge a reestruturação organizacional.

Por que é importante reestruturar uma empresa?

A própria razão de ser da estrutura de uma empresa responde por que é fundamental a reestruturação organizacional: para que tudo o que compõe a empresa conduza-a ao seu objetivo.

Portanto, a pergunta a ser respondida é: a atual estrutura da sua empresa (isto é, seus sócios e funcionários, a maneira de trabalhar, os sistemas, etc.) estão levando a empresa de maneira adequada ao destino traçado?

Assim, reestruturar uma empresa é importante pois aumenta as chances de sucesso.

Como saber se é o momento de reestruturar a sua empresa

É preciso um olhar sincero para a própria empresa para analisar e identificar pontos estruturais que estejam atrapalhando o caminho e a produtividade da empresa.

Realizar mudanças não é tarefa fácil, mas são necessárias.

Mas o momento de reestruturar a empresa não é apenas quando se reconhecem as deficiências.

O momento adequado de uma reestruturação é quando há um objetivo claro e quando os sócios e gestores têm disposição para colocar em prática as mudanças e melhorias necessárias.

Além disso, alguns sinais indicam que é o momento de uma reestruturação organizacional:

  • Há conflitos ou gargalos entre as áreas ou departamentos;
  • Não há padronização na forma de trabalho;
  • O tempo de resposta da empresa não está adequado às demandas do mercado;
  • Gasta-se muito tempo para realizar tarefas simples;
  • Há muito retrabalho;
  • Os clientes demonstram insatisfação com a forma de trabalho da empresa;
  • Os anos passaram e a empresa não evoluiu em termos de gestão e estratégica (as melhores práticas e ferramentas de gestão evoluíram, mas sua empresa não acompanhou);
  • O conhecimento dos seus funcionários está desatualizado, refletindo na eficiência e eficácia da empresa.

Se um desses sinais é perceptível em sua empresa, é provável ser o momento de considerar uma reestruturação organizacional.

Quais são os benefícios de uma reestruturação organizacional?

Reestruturar uma empresa é momento oportuno de repensá-la e reavaliá-la. É, portanto, um momento onde os sócios e gestores avaliam o que está indo bem e o que precisa melhorar. E isso por si só já traz benefícios, visto que tende a tornar a empresa mais preparada para competir no mercado.

Mas podemos ainda identificar outros benefícios que uma empresa obtém durante e após a reestruturação organizacional:

  • Aumento da produtividade dos funcionários;
  • Diminuição dos erros e retrabalhos;
  • Maior controle e padronização das atividades e resultados;
  • Estrutura documentada;
  • Softwares e ferramentas sendo utilizadas em seu potencial máximo;
  • Integração entre as áreas e departamento;
  • Criação e uso de indicadores de desempenho para acompanhar a evolução da empresa;
  • Políticas claras e bem definidas.

Como dito anteriormente, se há a necessidade de reestruturar, é porque mudanças precisam acontecer. E mudanças exigem sair da zona de conforto e mudar pensamentos e comportamentos. E isso não é fácil.

Por isso a grande motivação para uma reestruturação organizacional deve ser o reconhecimento de que a empresa está falhando e que para alcançar os objetivos definidos compensa todo o esforço.

Quem deve conduzir uma reestruturação?

Com certeza os líderes da empresa devem estar envolvidos e apoiando a reestruturação. Contudo, nem sempre eles são os melhores para conduzí-la.

E há 2 motivos principais para isso:

  1. Os vícios, hábitos e comportamentos negativos estão presentes nos líderes; ou, se não estão, os líderes já estão com dificuldades para implantar mudanças na empresa.
  2. Reestruturar implica em trazer para a empresa novas e atuais práticas de gestão, e isso demanda profissionais com novas visões, conhecimentos e experiências.

Além disso, normalmente uma empresa não deixa de funcionar durante uma reestruturação organizacional.

Isso significa que os líderes estarão envolvidos nas atividades do dia-a-dia e ainda ganhariam a incumbência de conduzir a reestruturação, o que tende a afetar negativamente o andamento de ambas as atividades.

Nesse cenário, os consultores estariam à frente do trabalho conduzindo a equipe para que a reestruturação organizacional aconteça.

Isso significa não apenas entregar a condução à consultoria, mas trazer para dentro da empresa o conhecimento e a experiência dos consultores.

Como uma consultoria empresarial pode ajudar

Sendo a reestruturação organizacional um momento chave para qualquer empresa, realizá-la com maestria deve ser uma prioridade.

Por isso é importante contar com profissionais que saibam conduzir esse processo e tenham experiência em enfrentar e vencer os desafios próprios de uma reestruturação.

A MF Contabilidade é especialista no assunto, já tendo conduzido reestruturações organizacionais em dezenas de empresas.

Quer saber mais em como podemos ajudar você e a sua empresa, entre em contato conosco e agende uma visita sem compromisso.

Contatos: (62) 3088-1130 | (62) 98546-2689.

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O que é consultoria de gestão?

A consultoria de gestão é um serviço de ajuda para negócios que precisam melhorar sua performance por meio da resolução de problemas e descoberta de novas maneiras de realizar processos.

Delegar a sua consultoria de gestão tem como objetivo melhorar os resultados da empresa e ajudar no desenvolvimento do seu negócio. Este auxílio proporciona um impulso extra e muito mais focado nos diferentes setores.

Investir nessa proposta de consultoria fará com que sua equipe tenha um aumento na produtividade, ganho em eficácia na resolução de problemas, mais organização na administração de projetos de clientes e, consequentemente, aumento de lucro e receita.

O consultor empresarial tem a capacidade de mostrar novas oportunidades de negócios para a sua empresa e fazer você refletir, porém sem o poder de tomada de decisão e execução. Este profissional ainda desenvolve o clima de integração e cooperação entre os diferentes grupos envolvidos no processo.

Porque usar uma consultoria de gestão?

O consultor de gestão geralmente irá suprir alguma deficiência de habilidades que um negócio pode ter. A verdade é que pode ser muito mais barato buscar por ajuda externa do que contratar novas pessoas ou até um time inteiro para dar conta dessas necessidades.

Um consultor geralmente tem expertise em alguma área que o negócio pode não ter internamente. Além disso, ele pode focar em um determinado projeto sem se distrair com o cotidiano das tarefas da empresa. A consultoria de gestão variam com relação aos serviços oferecidos, podendo ser soluções completas de ponta a ponta ou abordagens em área específicas.

Como uma consultoria de gestão funciona?

Como a consultoria fornece conselhos e recomendações em diversas áreas, esse trabalho estratégico tende a envolver muita análise de dados. Um projeto geralmente seguirá a seguinte ordem:

  • definição do problema: qual problema estamos tentando resolver?
  • abordagem: como iremos investigar o problema?
  • coleta de dados: descobrir tudo que for possível sobre o problema;
  • análise de dados: o que os dados mostram?
  • recomendações: qual é a melhor solução de acordo com os dados e nossa expertise?
  • implementação: lançar mudanças positivas baseadas nas recomendações.

Quais as vantagens da consultoria de gestão?

A consultoria de gestão conta com alguns aspectos que se diferenciam da equipe interna que a sua empresa tem. Essas diferenciações estão relacionadas principalmente ao foco de trabalho, à experiência adquirida com outros clientes e ao novo olhar de negócio que a agência pode trazer.

1. Foco no trabalho

A sua equipe interna de gestão precisa resolver problemas e lidar com diversas situações ao mesmo tempo. Já um consultor contratado pode focar em determinada área e potencializar a produtividade dela. Assim, trará uma maior organização em diferentes setores da sua empresa.

2. Experiência

A consultoria conta com novas visões e técnicas capazes de proporcionar um maior desenvolvimento na gestão empresarial. Com o tempo, a sua equipe aprenderá com os consultores e poderá incorporar os ensinamentos nas tarefas do dia a dia. Após um certo período, você também vai adquirir o know-how necessário para dar andamento ao processo de desenvolvimento com seus funcionários de forma natural e independente.

3. Olhar externo

Os consultores são especializados em gestão empresarial, podendo ter conhecimento técnico no ramo de negócios da sua empresa. E ainda, conseguem trazer um olhar de fora, mais inovador e questionador.

Essa é uma ótima vantagem de se trabalhar com consultores de gestão, pois faz com que sua empresa passe por mudanças positivas que antes pareciam impensáveis ou até ousadas para a sua equipe. Uma perspectiva de alguém que olha a sua agência de fora é essencial para a evolução e desenvolvimento do seu negócio.

Como um consultor de gestão auxilia no planejamento?

Antes de iniciar um planejamento é necessário avaliar a maturidade de gestão da sua empresa. Ou seja, em que momento e nível ela se encontra. Esse processo é importante para determinar práticas que desenvolvam e evoluam o seu modelo de negócio. Uma consultoria de gestão é capaz de ajudar nessa tarefa.

Cada empresa tem as suas próprias características e saber identificá-las pode evitar que você tome decisões precipitadas, desnecessárias ou erradas. Consultores de gestão identificam esses fatores e fazem análises responsáveis pelo aumento da produtividade, lucratividade e redução de custos.

O planejamento é muito importante para a otimização dos processos de gestão. Reconhecer as prioridades e objetivos da empresa e trabalhar cada um deles de maneiras gradual fará com que você aumente o seu nível nos negócios.

Percebeu como a contratação de uma consultoria de gestão pode trazer inúmeras vantagens e benefícios para a sua empresa? Por meio de novos conhecimentos e experiências adquiridas com outros clientes, consultores podem trazer um novo olhar para o seu negócio e ideias inovadoras para a sua empresa.

Quer saber mais como a MF Contabilidade pode ajudar você e a sua empresa, entre em contato e agende uma visita sem compromisso.

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MALHA FINA: Veja 03 maneiras de regularizar seu Imposto de Renda.

Contribuinte que caiu na malha fina pode pagar, parcelar ou solicitar uma retificação.

Se a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física apresentar alguma inconsistência, o contribuinte pode ser enquadrado na Malha Fiscal da Declaração de Ajuste Anual da Pessoa Física, ou seja, na malha fina,  como é mais conhecida a revisão que a Receita Federal realiza nas informações entregues.

De acordo com Valter Koppe, que por três décadas atuou na Receita e desenvolveu um treinamento voltado para contadores e escritórios de contabilidade, são três situações distintas em relação à malha fina. Entenda.

1- O contribuinte pode receber uma Intimação Fiscal, e então deverá acessar o sistema e-Defesa e atender o que está sendo solicitado. Em seguida, ele precisa gerar o Dossiê Digital de Atendimento (DDA) para enviar a documentação à Receita. Se o cidadão recebeu uma Notificação de Lançamento, poderá pagar ou parcelar o valor, solicitar a retificação do lançamento (SRL) ou impugnar (discordar do que foi lançado).

2- Também pode acontecer de o contribuinte não ser intimado e nem notificado, mas, ao consultar o extrato de sua declaração, descobrir que existem pendências. Se for o caso de erro, poderá corrigi-lo apresentando uma declaração retificadora. Se os dados estiverem corretos, ele deve gerar um DDA e apresentar a documentação comprobatória ou aguardar a intimação ou notificação da Receita. Importante ressaltar que, para cada exercício, deverá ser gerado um DDA.

3- As orientações para criação do DDA estão disponíveis na página da Receita Federal na internet.

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IMPOSTO DE RENDA 2020

UM EM CADA QUATRO CONTRIBUINTES NÃO ENTREGARAM A DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA. PRAZO TERMINA NESTA TERÇA-FEIRA (30).

O total enviado até o momento equivale a 75,5% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. O prazo de entrega começou em 2 de março e vai até 30 de junho. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.

Imposto de Renda 2020

A Receita Federal derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Em relação às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começa em maio e acaba em setembro, está mantido.

Quem declara no início do prazo têm prioridade para receber a restituição, caso não a preencham com erros e omissões. Pessoas com mais de 60 anos, com moléstias graves ou deficiência física também recebem a restituição primeiro. A Receita Federal adiou o pagamento da primeira cota ou cota única de Imposto de Renda  para junho

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo meu imposto de renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.

A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Mudanças

As novidades para a entrega da declaração neste ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começará no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos .

Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos.

Obrigatoriedade

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital, na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

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GOVERNO OFERECE GARANTIA EM EMPRÉSTIMO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

Após a edição de mais uma medida provisória (975/20) pelo governo para tentar acelerar a concessão de crédito para as pequenas e médias empresas, deputados pediram pressa na liberação do recurso. Na opinião do deputado André Figueiredo (PDT-CE), líder do partido, a MP já chega atrasada.

MP beneficia pequenas e médias empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões anuais. “Ela é positiva, mas só que a gente tem o receio de que ela seja pouco efetiva uma vez que as empresas estão com muitas dificuldades operacionais. Essa medida provisória deveria ter sido uma das primeiras. A primeira que o governo editou na vigência do decreto de calamidade pública foi a 925. Ou seja, 50 MPs depois, o governo resolve editar uma MP com muito atraso”, reclama.

Vice-líder do governo, o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) acredita que haverá tempo para ajudar as empresas.

“O nosso desafio é desburocratizar o processo tanto de regulamentação quanto de acesso ao crédito. Precisamos fazer um diálogo com o setor bancário para tirar algumas travas do crédito convencional e, na excepcionalidade do momento, atendermos com mais agilidade as nossas empresas. ”

Neste cenário atual ter um profissional para ajudar o empresário nesta nova fase é crucial, saiba como a MF Contabilidade está ajudando pequenos e médios empresários, enquadrados no simples nacional a reduzir custos e crescer o seu negócio. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas.

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Crise: O que é preciso mudar na sua empresa para se manter durante e após a crise!

As empresas terão que abandonar a “gambiarra digital”. Ou ela é digital mesmo ou não é. Plataformas digitais competentes mesmo que sejam pequenas são as que vão sobreviver.

O comércio online deixa de ser uma opção secundária de compras. As lojas físicas serão redesenhadas como espaços de experimentação da marca mas as vendas migrarão mais rápido para o online do que se imaginava antes.

95% das lojas Starbucks foram reabertas na China, mas o movimento na loja é de 60% do que era. As pessoas não consomem mais na loja, compram e vão embora. Starbucks tem que rever o modelo reduzindo espaço de convivência;

Os maiores varejistas americanos já demitiram mais de 1 milhão de pessoas e devem reempregar somente 85 % deles no fim da crise. A explicação é que o comércio tradicional vai encolher.

A educação online está se provando no meio da crise. Vai haver uma revolução na forma como se aprende em todos os níveis, as empresas aprenderam com a crise que precisam ter estoques maiores de segurança, principalmente quem tem cadeias longas de fornecimento;

Os EUA desenvolveu uma cadeia de supply com a China nas últimas décadas que fez com o tempo os americanos perderem capacidade tecnológica de fabricar no pais. Isso vai mudar por questões de segurança. O globalismo sofrerá um duro revés, substituído pelo protecionismo.

Não existe setor da economia ou tamanho de negócio que possa dizer “eu não tenho necessidade de investir no digital”. Quem pensar assim não tem futuro, o modo de viver e de se relacionar, assim como o de trabalhar vai mudar tanto que nós dividiremos a história em “Antes do Corona” e “Depois do Corona”.

Essa crise traz a oportunidade de uma grande revolução nos sistemas de educação e de saúde usando o online para atender a população.

Direitos individuais x saúde será um dos grandes debates no mundo a medida em que rastrear individualmente cada individuo é uma das estratégias mais eficazes de controle de epidemias, mas pode ser usado pelos Governos para controle das pessoas.

O consumidor foi “forçado” a migrar nesse momento para o comércio online. As empresas que conseguirem proporcionar uma experiência muito boa em todos os aspectos não perderão esse cliente para as lojas físicas ao fim da pandemia. Ao contrário, as empresas que se mostrarem despreparadas perdem espaço.

Assim como os remanescentes da antiga indústria americana tem dificuldades de se recolocar e acabam por sustentar posições políticas protecionistas (que culminou com a eleição do Trump), esse movimento vai se alastrar pelo mundo com o crescimento rápido da industria digital. Conclusão: quem hoje está ocupado já precisa começar a pensar na sua futura profissão, tem que se atualizar o tempo todo nas novas tecnologias. As empresas de educação e o MEC precisam se comunicar com o mercado incessantemente e entender as necessidades para fornecer os conteúdos demandados que não são mais aquilo que as universidades hoje entregam aos alunos. Retreinamento contínuo. Na sociedade do conhecimento não existe “ex-aluno”. Ou você está aprendendo o tempo todo ou você está desempregado.

Não vejam a crise como momento de cortar custos. Pensem em investir em novas áreas, em novas tecnologias, vai ter muita oportunidade para as empresas que agirem rápido, vamos renascer num mundo novo, viveremos um “novo normal”, a vida vai ser diferente, ninguém sabe exatamente como, mas temos que estar abertos e preparados para nos adaptar com agilidade ao que vier pela frente

O setor agrícola brasileiro tem uma oportunidade de ouro, precisa investir cada vez mais em tecnologia e digitalização, e na qualificação dos seus profissionais e gestores.

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BNDES lança pacote de ações de apoio que soma R$ 55 bilhões

Principal novidade foi o anúncio de R$ 5 bi para capital de giro, que especialistas consideraram insuficientes

Alvo de críticas pela demora na resposta aos efeitos do novo coronavírus, que devem desacelerar de forma dramática a economia brasileira este ano, o BNDES anunciou as primeiras medidas de apoio a trabalhadores e empresas no enfrentamento da pandemia.

As ações somam R$ 55 bilhões, sendo que uma parte delas – a transferência de R$ 20 bilhões do PIS-Pasep para reforçar o FGTS – já havia sido divulgada pelo governo há uma semana. De novo, o pacote incluiu a suspensão por seis meses dos pagamentos de empréstimos contratados por empresas junto ao BNDES, no total de R$ 30 bilhões, e a ampliação de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em R$ 5 bilhões.

O BNDES também informou que ficam suspensos os pagamentos antecipados de recursos ao Tesouro, o que dá fôlego ao banco para trabalhar em medidas adicionais em uma segunda etapa.

O pacote do BNDES foi definido por economistas de diferentes tendências como “tímido” e “modesto”, embora haja o reconhecimento de que outras medidas poderão ser anunciadas. “É uma primeira aproximação para testar o mercado e ver o que as empresas precisam para depois, eventualmente, complementar”, disse um executivo com passagem pelo banco. O BNDES informou que também estuda medidas setoriais que poderão ser anunciadas no curto prazo, incluindo o setor aéreo e o de turismo, bares e restaurantes.

As ações foram anunciadas pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em uma transmissão pela internet que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro. “São medidas iniciais do BNDES, que faz jus ao ‘S’ de social”, disse Bolsonaro. Ele também afirmou que novas medidas virão para dar uma resposta a “esse mal que nos aflige agora”.

Montezano negou que o banco tenha demorado a dar uma resposta à crise. “Esses R$ 55 bilhões são super relevantes e representam quase o mesmo valor desembolsado pelo banco em 2019”. E continuou: “Em pouco menos de uma semana apresentamos medida dessa materialidade. Isso aqui é uma jornada, não é algo que se encerra agora. Na verdade, isso é só um primeiro passo. O banco está trabalhando quase sete dias por semana para entregar novos produtos. E vamos trazer mais produtos e soluções nas próximas semanas.”

A suspensão das amortizações em contratos de crédito por seis meses foi dividida entre operações diretas – aquelas feitas pelas empresas diretamente com o BNDES – e as indiretas, realizadas via agentes financeiros. As medidas valem para principal e juros, mas não mexem nos prazos totais das operações.

Nas operações diretas, o efeito estimado pelo banco com a suspensão temporária dos pagamentos é de R$ 19 bilhões. Nas indiretas, chega a R$ 11 bilhões. Nos dois casos, o diferencial que deixará de ser cobrado por seis meses será incorporado ao saldo devedor. As empresas podem pleitear a suspensão desde que a situação junto ao BNDES esteja regular.

No capital de giro, além de oferecer mais dinheiro, o banco amplia o leque de empresas que podem tomar recursos e os valores passíveis de contratação. Uma fonte disse que o capital de giro do BNDES estava limitado a empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano, número que passa para R$ 300 milhões anuais. O limite de crédito por beneficiário por ano será elevado de R$ 10 milhões para R$ 70 milhões. As empresas terão 24 meses de carência e cinco anos de prazo total para pagar esses novos financiamentos.

A medida do capital de giro foi considerada “importante” por economistas, pois os recursos poderiam ser usados para pagar dívida mais cara contraída com o próprio BNDES – inclusive essa que poderá ter as amortizações suspensas agora, mas que ficará mais “pesada” para as empresas ao fim do contrato.

“As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado. Para ele, os valores anunciados são modestos para cobrir o que pode ser uma “quebradeira geral” de empresas.

“Um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo tem que atuar de maneira firme”, afirmou o economista ao Valor. Ele disse que a Espanha anunciou um pacote emergencial de € 200 bilhões, equivalente a 20% do PIB daquele país, e o Tesouro dos Estados Unidos elevou o pacote econômico para US$ 1 trilhão.

Um executivo disse que, em 2017, o BNDES lançou linha de capital de giro de R$ 20 bilhões, mas reconheceu que houve demora para desembolsar. Outro economista afirmou que o apoio do governo na crise, incluindo o BNDES, equivaleria a menos de 3% do PIB do país. “De forma geral, os pacotes [no mundo desenvolvido] não têm sido menores do que 5% do PIB”.

O coordenador do Centro de Estudos do Mercado de Capitais (Cemec-Fipe), Carlos Rocca, listou três desafios com relação ao financiamento para o capital de giro das empresas: a agilidade para a liberação dos recursos; a flexibilização dos critérios de concessão dos empréstimos, já que muitas empresas podem não ter garantias de recebíveis, por estarem com as operações interrompidas; e o prazo das operações. “As empresas deixaram de vender e têm contas a pagar”.

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Conciliação bancária: 4 dicas importantes para sua empresa

Toda empresa tem que criar o hábito em fazer a conciliação bancária diária com bastante atenção e sempre com foco nas análises dos resultados. Esse processo é essencial para prevenir erros e fraudes.

Não faça apenas ajustes para seus resultados baterem. Faça uma análise mais profunda, busque documentos originais para saber se o que foi acordado é o que está lançado, analise os juros, multas e os descontos. Verifique se o que está lançado foi mesmo realizado.

Podem acontecer débitos indevidos por parte do banco, como também depósitos não identificados, ambos não poderão ser conciliados até que se identifique onde está a falha.

Dicas para fazer a conciliação bancária

Para que você comece a partir de agora a analisar melhor a conciliação bancária da sua empresa, vamos lhe dar 4 dicas simples que não podem ser deixadas para lá.

1) Reconhecer absolutamente todas as entradas e saídas

A sua elaboração deve ser baseada no reconhecimento de todas as entradas e saídas, observando cada particularidade. Alguns fatores externos podem gerar diferenças entre o que está registrado e o saldo bancário, um exemplo disso é o tempo de compensação dos depósitos recebidos.

2) Garantir as informações na data correta

Os lançamentos de entrada e saída deverão ser informados na data correta, como também para a conta bancária envolvida na movimentação.

Lançar cada informação corretamente, reduz consideravelmente as divergências dos dados.

3) Bater os valores de saldo inicial e final

Verificar se os valores de saldo inicial e saldo final do extrato bancário, estão de acordo com o relatório interno de controle da conta bancária.

Após verificar esses valores, você vai percebendo e encontrando onde estão as divergências com mais facilidade. Pois as informações são analisadas do macro ao micro e torna o entendimento mais fácil.

4) Verifique todos os erros e não faça ajustes

Se encontrar divergência entre o extrato bancário e o relatório interno, sempre verificar onde está o erro e não faça apenas ajustes. A partir do momento que você realiza ajustes sem analisar o que houve, passa a contribuir para que os erros aconteçam novamente.

Vantagens de fazer uma conciliação bancária

Através da conciliação, sua empresa terá uma visão completa para o fluxo de caixa, informações confiáveis dos saldos das contas bancárias para realizar movimentações, além de ajudar no planejamento orçamentário da empresa.

Espero ter ajudado você com esse conteúdo. Como deve ter percebido, este é um processo essencial da gestão financeira da sua empresa. Não faça da conciliação bancária apenas uma ferramenta, mas também como um indicador do controle nos seus recebimentos e pagamentos.

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Escalabilidade: o que é e como ter um negócio estável?

Não é fácil tirar os sonhos do papel. Começar um novo negócio requer tempo, planejamento, e também um pouco de coragem.

Porém, é imprescindível pensar no futuro, antes mesmo de dar o primeiro passo. Você precisa estar preparado a partir do momento em que toma a decisão.

Por que reforçamos isso? Porque o seu negócio vai depender das escolhas que você toma e da base que você vai fornecer na hora de escalá-lo.

Nesse momento as suas decisões definirão se o crescimento da sua empresa será ativo e sem sofrimentos.

Quando falamos em crescimento, falamos também em expansão. Caso você tenha os recursos certos, mas não conduza bem o seu negócio, expandir pode sair da sua lista de desejos.

Você sabe o que a Netflix e o Spotify tem em comum? Elas são empresas escaláveis.

Foi a escalabilidade que permitiu que uma boa ideia com pouco investimento tivesse um alcance tão grande. Assim como o AirbnbUber e iFood.

Se você tem dúvidas sobre esse conceito, fique tranquilo.

Aqui vamos te ensinar o que é e como ter um negócio escalável, além de algumas dicas que vão inspirar o seu espírito empreendedor.

O que é escalabilidade?

O crescimento faz parte da realidade do empresário, mas, mesmo sendo esse um ponto positivo, as mudanças da expansão trazem consequências para a empresa.

A escalabilidade é isso: reagir bem e se adequar a essa nova realidade sem sofrer com problemas operacionais ou até mesmo de gestão.

E não basta apenas dar conta das mudanças, é preciso crescer junto a elas. É isso que tornará a escalada mais saudável e evitará as consequências negativas que podem vir com o desenvolvimento.

O caminho para o sucesso é um negócio escalável, já que é esse tipo de empresa que costuma atrair maiores investimentos devido ao seu poder de crescimento e desenvolvimento.

Quando pensamos em escalabilidade, precisamos entender também de que forma cada negócio vai se comportar e como vai crescer.

Para isso, devemos destacar dois conceitos importantes: escalabilidade horizontal (out) ou vertical (up).

Escalabilidade horizontal (out)
Nesse modelo a principal meta de uma empresa é ser referência em seu segmento.

Você não quer ser uma agência de publicidade que atende apenas escolas, você quer abranger uma grande variedade de clientes, de diversos mercados, e quer ser líder em marketing e comunicação no país.

A atuação deve ser ampla e efetiva, gerando mais vendas.

Escalabilidade vertical (up)

Na escalabilidade vertical a empresa quer crescer, mas dentro do seu segmento.

Por exemplo, você tem uma empresa que vende sandálias, a proposta é que você venda uma maior variedade de calçados para abranger as demandas desse mercado.

Você estará escalando, mas dentro do seu mercado principal, apenas para ter maior extensão, com mais produtos e serviços.

Quer saber mais como criar ou transformar seu negócio de forma escalonável? Entre em contato conosco.

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Empreendedorismo: 10 negócios em alta para tirar sua empresa do papel em 2020

Quer descobrir quais são os negócios em alta para 2020 e quais são as perspectivas para a retomada da economia?

Essa é uma excelente ideia.

A tão esperada recuperação econômica já está no horizonte, e, para os empreendedores, este é o momento de se planejar para aproveitar o impulso.

Então, que tal começar conhecendo os negócios que são tendência no momento?

Neste artigo, preparamos uma lista de negócios em alta para 2020 e muitas dicas para começar a empreender.

Você vai ver:

  • As expectativas para os negócios em 2020
  • Quais são os setores em alta para empreender
  • Por que começar a planejar agora mesmo
  • Como elaborar o seu plano de negócio
  • 10 Negócios em alta em 2020.

Negócios em alta para 2020?

O cenário não tem sido animador para os empreendedores, mas estamos diante de uma possível virada para os negócios em 2020. 

Se você quer abrir uma empresa e estava aguardando um momento mais favorável, essa pode ser a oportunidade perfeita.

Em novembro de 2019, o governo atualizou a previsão de crescimento do PIB para 2,32%, com uma projeção da inflação abaixo do esperado (3,26%), segundo dados da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia publicados na Exame. 

Junto à redução histórica de juros, diminuição contínua do risco país e retomada da confiança, os indicadores de recuperação são claros.

Porém, o crescimento das atividades econômicas ainda é tímido, e, por conta disso, o cenário dos negócios em alta em 2020 não é tão diferente de 2019. 

O que vale no momento é identificar os segmentos com maior potencial, de olho nas tendências e projeções para o futuro. 

Assim, você pode encarar os negócios em alta para 2020 como uma nova chance de montar uma estratégia para tirar sua empresa do papel.

15 negócios em alta em 2020

Os negócios em alta em 2020 englobam opções para ganhar dinheiro na crise, em segmentos mais resilientes, e também novidades com alto potencial de crescimento. 

Veja quais ideias podem dominar o mercado nos próximos meses.

1. Alimentação “plant-based”

A pesquisa mais recente do Ibope, publicada em 2018 no G1, mostra que 14% da população brasileira já se declara vegetariana (30 milhões de pessoas). 

Ao mesmo tempo, 55% afirmam que estão dispostos a consumir mais produtos veganos (sem ingredientes de origem animal).

Para tornar o vegetarianismo mais acessível, surgiu o conceito de plant-based diet, ou dieta baseada em plantas, que introduz alimentos 100% vegetais no cotidiano de pessoas que consomem carne.

Um dos fenômenos recentes que ilustra essa tendência é o desenvolvimento de produtos sem carne em grandes redes, como o “impossible burger” do Burger King e o “Futuro Burger” recém-chegado nas hamburguerias brasileiras. 

Logo, estamos diante de uma mudança cultural na alimentação — e quem chegar primeiro, pode ditar os rumos desse mercado. 

2. Cosméticos naturais

No segmento de cosméticos, os ingredientes de origem natural são a tendência da vez. 

De acordo com uma pesquisa do Laboratório de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicada no Caderno de Tendências 2019-2020 da Abihpec/Sebrae, esse segmento cresce entre 8 e 25% ao ano no mundo todo.

No Brasil, 41% da população tem interesse em produtos de beleza e cuidados pessoais com ingredientes de origem natural, segundo um relatório da Mintel.

Entram nessa categoria os produtos à base de plantas, óleos vegetais e extratos botânicos, que também incluem métodos de produção sustentáveis e comércio justo

Com uma rápida busca, já podemos encontrar várias marcas de cosméticos naturais e artesanais. Inclusive, muitos empreendedores desse nicho começam anunciando seus produtos em mídias sociais e com lojas online em marketplaces.  

3. Brechós

Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com os tempos de economia compartilhada. 

Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.

Prova disso é o sucesso do Enjoei, por exemplo, que cresce 80% ao ano, segundo dados publicados na E-commerce Brasil.

4. Corte e costura

Com a busca pela personalização e autenticidade, os ateliês de costura estão voltando com tudo. Só as escolas de corte e costura já registraram aumento de 50% dos alunos em 2018, de acordo com matéria da Band. 

Além disso, portais como o GetNinjas facilitam o acesso aos serviços de costureiros profissionais, que criam peças sob medida ou fazem ajustes de acordo com o desejo do cliente. 

O reflexo do crescimento do setor também apareceu na indústria de máquinas de costura, que registrou alta de 30% no primeiro semestre de 2019, de acordo com dados da distribuidora Andrade Máquinas publicados na Textília. 

5. Perfumes personalizados

Voltando ao setor da beleza, uma tendência para colocar no radar são os perfumes personalizados

No caderno de tendências da Abihpec, aparecem as fragrâncias “DIY” (Do It Yourself ou Faça-Você-Mesmo), que permitem ao consumidor assumir o papel de perfumista. No caso, criar seu próprio perfume oferece uma sensação única de exclusividade e alquimia.

Inclusive, é possível utilizar a inteligência artificial para criar perfumes personalizados a partir de várias combinações de essências, unindo a tecnologia à beleza em um negócio inovador. 

6. Coworking

Coworking é um negócio em alta — e não é de hoje.

Na esteira da economia compartilhada, o coworking acelera.

Nos últimos três anos, o mercado de escritórios compartilhados cresceu impressionantes 500%, em comparação com os 200% globais, segundo dados do Censo Coworking Brasil publicados na Exame. 

Em 2018, os coworkings faturaram cerca de R$ 130 milhões, e ainda há muito espaço para concorrer no mercado. Atualmente, a tendência é criar espaços temáticos, concentrando no mesmo local profissionais, serviços e recursos de um único segmento.

Há, por exemplo, coworkings dedicados a profissionais de moda, agronegócio, beleza, educação, entre outros setores. 

Outro fator que ajuda a impulsionar o segmento é o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa.

Como nem sempre o home office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking é uma boa alternativa.

7. Desenvolvimento de aplicativos

Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Afinal, os smartphones se tornaram dispositivos obrigatórios no dia a dia. 

De acordo com uma pesquisa da Pew Research, publicada no Canal Tech, a indústria de desenvolvimento de aplicativos deve movimentar US$ 6,3 trilhões até 2021. O estudo também mostra que 60% dos brasileiros utilizam apps diariamente, tornando o mercado nacional altamente promissor.

Entre as tendências para 2020, estão os apps para wearables como smartwatches e fit bands, apps que se integram a dispositivos IoT (Internet of Things) e chatbots (robôs de conversação). 

8. Drones

Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.

Após a regulamentação dos drones pela ANAC, as perspectivas para esse mercado ficaram ainda mais animadoras. De acordo com um relatório da FAA (Federal Aviation Administration), o setor deve triplicar até 2023 e o uso comercial deve crescer, principalmente no segmento de logística.

9. Infoprodutos

Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.

Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.

O crescimento de plataformas como TurboMKT, Monetizze e Hotmart é a prova de que há muitas oportunidades para monetizar infoprodutos e investir no marketing de afiliados.

10. Pagamento por aproximação

pagamento por aproximação surpreendeu pelo crescimento vertiginoso: 600% de aumento na demanda em julho de 2019, de acordo com dados da pesquisa Visa Consulting & Analytics publicados na Noomis. 

O sistema “aproximou, pagou” chegou às linhas de transporte público das principais capitais do país, aceitando pagamento com cartões de débito e crédito, celular ou qualquer outro dispositivo wearable (pulseiras, relógios, etc.).

A tecnologia sem contato tem grande potencial no setor bancário e no varejo, e os pioneiros desse mercado terão grandes chances de liderar a transformação digital. 

Na hora de abrir sua empresa, conte com a MF Contabilidade, estamos no mercado a mais de 10 anos e prontos para lhe ajudar a crescer.

Telefone: (62) 3088 – 1130 / E-mail: [email protected]

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