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IMPOSTO DE RENDA 2020

UM EM CADA QUATRO CONTRIBUINTES NÃO ENTREGARAM A DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA. PRAZO TERMINA NESTA TERÇA-FEIRA (30).

O total enviado até o momento equivale a 75,5% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. O prazo de entrega começou em 2 de março e vai até 30 de junho. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus.

Imposto de Renda 2020

A Receita Federal derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Em relação às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começa em maio e acaba em setembro, está mantido.

Quem declara no início do prazo têm prioridade para receber a restituição, caso não a preencham com erros e omissões. Pessoas com mais de 60 anos, com moléstias graves ou deficiência física também recebem a restituição primeiro. A Receita Federal adiou o pagamento da primeira cota ou cota única de Imposto de Renda  para junho

O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo meu imposto de renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS.

A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74.

Mudanças

As novidades para a entrega da declaração neste ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começará no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos .

Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos.

Obrigatoriedade

Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital, na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.

Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil.

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GOVERNO OFERECE GARANTIA EM EMPRÉSTIMO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

Após a edição de mais uma medida provisória (975/20) pelo governo para tentar acelerar a concessão de crédito para as pequenas e médias empresas, deputados pediram pressa na liberação do recurso. Na opinião do deputado André Figueiredo (PDT-CE), líder do partido, a MP já chega atrasada.

MP beneficia pequenas e médias empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões anuais. “Ela é positiva, mas só que a gente tem o receio de que ela seja pouco efetiva uma vez que as empresas estão com muitas dificuldades operacionais. Essa medida provisória deveria ter sido uma das primeiras. A primeira que o governo editou na vigência do decreto de calamidade pública foi a 925. Ou seja, 50 MPs depois, o governo resolve editar uma MP com muito atraso”, reclama.

Vice-líder do governo, o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) acredita que haverá tempo para ajudar as empresas.

“O nosso desafio é desburocratizar o processo tanto de regulamentação quanto de acesso ao crédito. Precisamos fazer um diálogo com o setor bancário para tirar algumas travas do crédito convencional e, na excepcionalidade do momento, atendermos com mais agilidade as nossas empresas. ”

Neste cenário atual ter um profissional para ajudar o empresário nesta nova fase é crucial, saiba como a MF Contabilidade está ajudando pequenos e médios empresários, enquadrados no simples nacional a reduzir custos e crescer o seu negócio. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas.

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Crise: O que é preciso mudar na sua empresa para se manter durante e após a crise!

As empresas terão que abandonar a “gambiarra digital”. Ou ela é digital mesmo ou não é. Plataformas digitais competentes mesmo que sejam pequenas são as que vão sobreviver.

O comércio online deixa de ser uma opção secundária de compras. As lojas físicas serão redesenhadas como espaços de experimentação da marca mas as vendas migrarão mais rápido para o online do que se imaginava antes.

95% das lojas Starbucks foram reabertas na China, mas o movimento na loja é de 60% do que era. As pessoas não consomem mais na loja, compram e vão embora. Starbucks tem que rever o modelo reduzindo espaço de convivência;

Os maiores varejistas americanos já demitiram mais de 1 milhão de pessoas e devem reempregar somente 85 % deles no fim da crise. A explicação é que o comércio tradicional vai encolher.

A educação online está se provando no meio da crise. Vai haver uma revolução na forma como se aprende em todos os níveis, as empresas aprenderam com a crise que precisam ter estoques maiores de segurança, principalmente quem tem cadeias longas de fornecimento;

Os EUA desenvolveu uma cadeia de supply com a China nas últimas décadas que fez com o tempo os americanos perderem capacidade tecnológica de fabricar no pais. Isso vai mudar por questões de segurança. O globalismo sofrerá um duro revés, substituído pelo protecionismo.

Não existe setor da economia ou tamanho de negócio que possa dizer “eu não tenho necessidade de investir no digital”. Quem pensar assim não tem futuro, o modo de viver e de se relacionar, assim como o de trabalhar vai mudar tanto que nós dividiremos a história em “Antes do Corona” e “Depois do Corona”.

Essa crise traz a oportunidade de uma grande revolução nos sistemas de educação e de saúde usando o online para atender a população.

Direitos individuais x saúde será um dos grandes debates no mundo a medida em que rastrear individualmente cada individuo é uma das estratégias mais eficazes de controle de epidemias, mas pode ser usado pelos Governos para controle das pessoas.

O consumidor foi “forçado” a migrar nesse momento para o comércio online. As empresas que conseguirem proporcionar uma experiência muito boa em todos os aspectos não perderão esse cliente para as lojas físicas ao fim da pandemia. Ao contrário, as empresas que se mostrarem despreparadas perdem espaço.

Assim como os remanescentes da antiga indústria americana tem dificuldades de se recolocar e acabam por sustentar posições políticas protecionistas (que culminou com a eleição do Trump), esse movimento vai se alastrar pelo mundo com o crescimento rápido da industria digital. Conclusão: quem hoje está ocupado já precisa começar a pensar na sua futura profissão, tem que se atualizar o tempo todo nas novas tecnologias. As empresas de educação e o MEC precisam se comunicar com o mercado incessantemente e entender as necessidades para fornecer os conteúdos demandados que não são mais aquilo que as universidades hoje entregam aos alunos. Retreinamento contínuo. Na sociedade do conhecimento não existe “ex-aluno”. Ou você está aprendendo o tempo todo ou você está desempregado.

Não vejam a crise como momento de cortar custos. Pensem em investir em novas áreas, em novas tecnologias, vai ter muita oportunidade para as empresas que agirem rápido, vamos renascer num mundo novo, viveremos um “novo normal”, a vida vai ser diferente, ninguém sabe exatamente como, mas temos que estar abertos e preparados para nos adaptar com agilidade ao que vier pela frente

O setor agrícola brasileiro tem uma oportunidade de ouro, precisa investir cada vez mais em tecnologia e digitalização, e na qualificação dos seus profissionais e gestores.

Gostou deste artigo? Saiba mais sobre como se destacar e superar esta crise com a MF Contabilidade. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas.

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BNDES lança pacote de ações de apoio que soma R$ 55 bilhões

Principal novidade foi o anúncio de R$ 5 bi para capital de giro, que especialistas consideraram insuficientes

Alvo de críticas pela demora na resposta aos efeitos do novo coronavírus, que devem desacelerar de forma dramática a economia brasileira este ano, o BNDES anunciou as primeiras medidas de apoio a trabalhadores e empresas no enfrentamento da pandemia.

As ações somam R$ 55 bilhões, sendo que uma parte delas – a transferência de R$ 20 bilhões do PIS-Pasep para reforçar o FGTS – já havia sido divulgada pelo governo há uma semana. De novo, o pacote incluiu a suspensão por seis meses dos pagamentos de empréstimos contratados por empresas junto ao BNDES, no total de R$ 30 bilhões, e a ampliação de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em R$ 5 bilhões.

O BNDES também informou que ficam suspensos os pagamentos antecipados de recursos ao Tesouro, o que dá fôlego ao banco para trabalhar em medidas adicionais em uma segunda etapa.

O pacote do BNDES foi definido por economistas de diferentes tendências como “tímido” e “modesto”, embora haja o reconhecimento de que outras medidas poderão ser anunciadas. “É uma primeira aproximação para testar o mercado e ver o que as empresas precisam para depois, eventualmente, complementar”, disse um executivo com passagem pelo banco. O BNDES informou que também estuda medidas setoriais que poderão ser anunciadas no curto prazo, incluindo o setor aéreo e o de turismo, bares e restaurantes.

As ações foram anunciadas pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em uma transmissão pela internet que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro. “São medidas iniciais do BNDES, que faz jus ao ‘S’ de social”, disse Bolsonaro. Ele também afirmou que novas medidas virão para dar uma resposta a “esse mal que nos aflige agora”.

Montezano negou que o banco tenha demorado a dar uma resposta à crise. “Esses R$ 55 bilhões são super relevantes e representam quase o mesmo valor desembolsado pelo banco em 2019”. E continuou: “Em pouco menos de uma semana apresentamos medida dessa materialidade. Isso aqui é uma jornada, não é algo que se encerra agora. Na verdade, isso é só um primeiro passo. O banco está trabalhando quase sete dias por semana para entregar novos produtos. E vamos trazer mais produtos e soluções nas próximas semanas.”

A suspensão das amortizações em contratos de crédito por seis meses foi dividida entre operações diretas – aquelas feitas pelas empresas diretamente com o BNDES – e as indiretas, realizadas via agentes financeiros. As medidas valem para principal e juros, mas não mexem nos prazos totais das operações.

Nas operações diretas, o efeito estimado pelo banco com a suspensão temporária dos pagamentos é de R$ 19 bilhões. Nas indiretas, chega a R$ 11 bilhões. Nos dois casos, o diferencial que deixará de ser cobrado por seis meses será incorporado ao saldo devedor. As empresas podem pleitear a suspensão desde que a situação junto ao BNDES esteja regular.

No capital de giro, além de oferecer mais dinheiro, o banco amplia o leque de empresas que podem tomar recursos e os valores passíveis de contratação. Uma fonte disse que o capital de giro do BNDES estava limitado a empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano, número que passa para R$ 300 milhões anuais. O limite de crédito por beneficiário por ano será elevado de R$ 10 milhões para R$ 70 milhões. As empresas terão 24 meses de carência e cinco anos de prazo total para pagar esses novos financiamentos.

A medida do capital de giro foi considerada “importante” por economistas, pois os recursos poderiam ser usados para pagar dívida mais cara contraída com o próprio BNDES – inclusive essa que poderá ter as amortizações suspensas agora, mas que ficará mais “pesada” para as empresas ao fim do contrato.

“As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado. Para ele, os valores anunciados são modestos para cobrir o que pode ser uma “quebradeira geral” de empresas.

“Um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo tem que atuar de maneira firme”, afirmou o economista ao Valor. Ele disse que a Espanha anunciou um pacote emergencial de € 200 bilhões, equivalente a 20% do PIB daquele país, e o Tesouro dos Estados Unidos elevou o pacote econômico para US$ 1 trilhão.

Um executivo disse que, em 2017, o BNDES lançou linha de capital de giro de R$ 20 bilhões, mas reconheceu que houve demora para desembolsar. Outro economista afirmou que o apoio do governo na crise, incluindo o BNDES, equivaleria a menos de 3% do PIB do país. “De forma geral, os pacotes [no mundo desenvolvido] não têm sido menores do que 5% do PIB”.

O coordenador do Centro de Estudos do Mercado de Capitais (Cemec-Fipe), Carlos Rocca, listou três desafios com relação ao financiamento para o capital de giro das empresas: a agilidade para a liberação dos recursos; a flexibilização dos critérios de concessão dos empréstimos, já que muitas empresas podem não ter garantias de recebíveis, por estarem com as operações interrompidas; e o prazo das operações. “As empresas deixaram de vender e têm contas a pagar”.

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Conciliação bancária: 4 dicas importantes para sua empresa

Toda empresa tem que criar o hábito em fazer a conciliação bancária diária com bastante atenção e sempre com foco nas análises dos resultados. Esse processo é essencial para prevenir erros e fraudes.

Não faça apenas ajustes para seus resultados baterem. Faça uma análise mais profunda, busque documentos originais para saber se o que foi acordado é o que está lançado, analise os juros, multas e os descontos. Verifique se o que está lançado foi mesmo realizado.

Podem acontecer débitos indevidos por parte do banco, como também depósitos não identificados, ambos não poderão ser conciliados até que se identifique onde está a falha.

Dicas para fazer a conciliação bancária

Para que você comece a partir de agora a analisar melhor a conciliação bancária da sua empresa, vamos lhe dar 4 dicas simples que não podem ser deixadas para lá.

1) Reconhecer absolutamente todas as entradas e saídas

A sua elaboração deve ser baseada no reconhecimento de todas as entradas e saídas, observando cada particularidade. Alguns fatores externos podem gerar diferenças entre o que está registrado e o saldo bancário, um exemplo disso é o tempo de compensação dos depósitos recebidos.

2) Garantir as informações na data correta

Os lançamentos de entrada e saída deverão ser informados na data correta, como também para a conta bancária envolvida na movimentação.

Lançar cada informação corretamente, reduz consideravelmente as divergências dos dados.

3) Bater os valores de saldo inicial e final

Verificar se os valores de saldo inicial e saldo final do extrato bancário, estão de acordo com o relatório interno de controle da conta bancária.

Após verificar esses valores, você vai percebendo e encontrando onde estão as divergências com mais facilidade. Pois as informações são analisadas do macro ao micro e torna o entendimento mais fácil.

4) Verifique todos os erros e não faça ajustes

Se encontrar divergência entre o extrato bancário e o relatório interno, sempre verificar onde está o erro e não faça apenas ajustes. A partir do momento que você realiza ajustes sem analisar o que houve, passa a contribuir para que os erros aconteçam novamente.

Vantagens de fazer uma conciliação bancária

Através da conciliação, sua empresa terá uma visão completa para o fluxo de caixa, informações confiáveis dos saldos das contas bancárias para realizar movimentações, além de ajudar no planejamento orçamentário da empresa.

Espero ter ajudado você com esse conteúdo. Como deve ter percebido, este é um processo essencial da gestão financeira da sua empresa. Não faça da conciliação bancária apenas uma ferramenta, mas também como um indicador do controle nos seus recebimentos e pagamentos.

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Escalabilidade: o que é e como ter um negócio estável?

Não é fácil tirar os sonhos do papel. Começar um novo negócio requer tempo, planejamento, e também um pouco de coragem.

Porém, é imprescindível pensar no futuro, antes mesmo de dar o primeiro passo. Você precisa estar preparado a partir do momento em que toma a decisão.

Por que reforçamos isso? Porque o seu negócio vai depender das escolhas que você toma e da base que você vai fornecer na hora de escalá-lo.

Nesse momento as suas decisões definirão se o crescimento da sua empresa será ativo e sem sofrimentos.

Quando falamos em crescimento, falamos também em expansão. Caso você tenha os recursos certos, mas não conduza bem o seu negócio, expandir pode sair da sua lista de desejos.

Você sabe o que a Netflix e o Spotify tem em comum? Elas são empresas escaláveis.

Foi a escalabilidade que permitiu que uma boa ideia com pouco investimento tivesse um alcance tão grande. Assim como o AirbnbUber e iFood.

Se você tem dúvidas sobre esse conceito, fique tranquilo.

Aqui vamos te ensinar o que é e como ter um negócio escalável, além de algumas dicas que vão inspirar o seu espírito empreendedor.

O que é escalabilidade?

O crescimento faz parte da realidade do empresário, mas, mesmo sendo esse um ponto positivo, as mudanças da expansão trazem consequências para a empresa.

A escalabilidade é isso: reagir bem e se adequar a essa nova realidade sem sofrer com problemas operacionais ou até mesmo de gestão.

E não basta apenas dar conta das mudanças, é preciso crescer junto a elas. É isso que tornará a escalada mais saudável e evitará as consequências negativas que podem vir com o desenvolvimento.

O caminho para o sucesso é um negócio escalável, já que é esse tipo de empresa que costuma atrair maiores investimentos devido ao seu poder de crescimento e desenvolvimento.

Quando pensamos em escalabilidade, precisamos entender também de que forma cada negócio vai se comportar e como vai crescer.

Para isso, devemos destacar dois conceitos importantes: escalabilidade horizontal (out) ou vertical (up).

Escalabilidade horizontal (out)
Nesse modelo a principal meta de uma empresa é ser referência em seu segmento.

Você não quer ser uma agência de publicidade que atende apenas escolas, você quer abranger uma grande variedade de clientes, de diversos mercados, e quer ser líder em marketing e comunicação no país.

A atuação deve ser ampla e efetiva, gerando mais vendas.

Escalabilidade vertical (up)

Na escalabilidade vertical a empresa quer crescer, mas dentro do seu segmento.

Por exemplo, você tem uma empresa que vende sandálias, a proposta é que você venda uma maior variedade de calçados para abranger as demandas desse mercado.

Você estará escalando, mas dentro do seu mercado principal, apenas para ter maior extensão, com mais produtos e serviços.

Quer saber mais como criar ou transformar seu negócio de forma escalonável? Entre em contato conosco.

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Empreendedorismo: 10 negócios em alta para tirar sua empresa do papel em 2020

Quer descobrir quais são os negócios em alta para 2020 e quais são as perspectivas para a retomada da economia?

Essa é uma excelente ideia.

A tão esperada recuperação econômica já está no horizonte, e, para os empreendedores, este é o momento de se planejar para aproveitar o impulso.

Então, que tal começar conhecendo os negócios que são tendência no momento?

Neste artigo, preparamos uma lista de negócios em alta para 2020 e muitas dicas para começar a empreender.

Você vai ver:

  • As expectativas para os negócios em 2020
  • Quais são os setores em alta para empreender
  • Por que começar a planejar agora mesmo
  • Como elaborar o seu plano de negócio
  • 10 Negócios em alta em 2020.

Negócios em alta para 2020?

O cenário não tem sido animador para os empreendedores, mas estamos diante de uma possível virada para os negócios em 2020. 

Se você quer abrir uma empresa e estava aguardando um momento mais favorável, essa pode ser a oportunidade perfeita.

Em novembro de 2019, o governo atualizou a previsão de crescimento do PIB para 2,32%, com uma projeção da inflação abaixo do esperado (3,26%), segundo dados da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia publicados na Exame. 

Junto à redução histórica de juros, diminuição contínua do risco país e retomada da confiança, os indicadores de recuperação são claros.

Porém, o crescimento das atividades econômicas ainda é tímido, e, por conta disso, o cenário dos negócios em alta em 2020 não é tão diferente de 2019. 

O que vale no momento é identificar os segmentos com maior potencial, de olho nas tendências e projeções para o futuro. 

Assim, você pode encarar os negócios em alta para 2020 como uma nova chance de montar uma estratégia para tirar sua empresa do papel.

15 negócios em alta em 2020

Os negócios em alta em 2020 englobam opções para ganhar dinheiro na crise, em segmentos mais resilientes, e também novidades com alto potencial de crescimento. 

Veja quais ideias podem dominar o mercado nos próximos meses.

1. Alimentação “plant-based”

A pesquisa mais recente do Ibope, publicada em 2018 no G1, mostra que 14% da população brasileira já se declara vegetariana (30 milhões de pessoas). 

Ao mesmo tempo, 55% afirmam que estão dispostos a consumir mais produtos veganos (sem ingredientes de origem animal).

Para tornar o vegetarianismo mais acessível, surgiu o conceito de plant-based diet, ou dieta baseada em plantas, que introduz alimentos 100% vegetais no cotidiano de pessoas que consomem carne.

Um dos fenômenos recentes que ilustra essa tendência é o desenvolvimento de produtos sem carne em grandes redes, como o “impossible burger” do Burger King e o “Futuro Burger” recém-chegado nas hamburguerias brasileiras. 

Logo, estamos diante de uma mudança cultural na alimentação — e quem chegar primeiro, pode ditar os rumos desse mercado. 

2. Cosméticos naturais

No segmento de cosméticos, os ingredientes de origem natural são a tendência da vez. 

De acordo com uma pesquisa do Laboratório de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicada no Caderno de Tendências 2019-2020 da Abihpec/Sebrae, esse segmento cresce entre 8 e 25% ao ano no mundo todo.

No Brasil, 41% da população tem interesse em produtos de beleza e cuidados pessoais com ingredientes de origem natural, segundo um relatório da Mintel.

Entram nessa categoria os produtos à base de plantas, óleos vegetais e extratos botânicos, que também incluem métodos de produção sustentáveis e comércio justo

Com uma rápida busca, já podemos encontrar várias marcas de cosméticos naturais e artesanais. Inclusive, muitos empreendedores desse nicho começam anunciando seus produtos em mídias sociais e com lojas online em marketplaces.  

3. Brechós

Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com os tempos de economia compartilhada. 

Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos.

Prova disso é o sucesso do Enjoei, por exemplo, que cresce 80% ao ano, segundo dados publicados na E-commerce Brasil.

4. Corte e costura

Com a busca pela personalização e autenticidade, os ateliês de costura estão voltando com tudo. Só as escolas de corte e costura já registraram aumento de 50% dos alunos em 2018, de acordo com matéria da Band. 

Além disso, portais como o GetNinjas facilitam o acesso aos serviços de costureiros profissionais, que criam peças sob medida ou fazem ajustes de acordo com o desejo do cliente. 

O reflexo do crescimento do setor também apareceu na indústria de máquinas de costura, que registrou alta de 30% no primeiro semestre de 2019, de acordo com dados da distribuidora Andrade Máquinas publicados na Textília. 

5. Perfumes personalizados

Voltando ao setor da beleza, uma tendência para colocar no radar são os perfumes personalizados

No caderno de tendências da Abihpec, aparecem as fragrâncias “DIY” (Do It Yourself ou Faça-Você-Mesmo), que permitem ao consumidor assumir o papel de perfumista. No caso, criar seu próprio perfume oferece uma sensação única de exclusividade e alquimia.

Inclusive, é possível utilizar a inteligência artificial para criar perfumes personalizados a partir de várias combinações de essências, unindo a tecnologia à beleza em um negócio inovador. 

6. Coworking

Coworking é um negócio em alta — e não é de hoje.

Na esteira da economia compartilhada, o coworking acelera.

Nos últimos três anos, o mercado de escritórios compartilhados cresceu impressionantes 500%, em comparação com os 200% globais, segundo dados do Censo Coworking Brasil publicados na Exame. 

Em 2018, os coworkings faturaram cerca de R$ 130 milhões, e ainda há muito espaço para concorrer no mercado. Atualmente, a tendência é criar espaços temáticos, concentrando no mesmo local profissionais, serviços e recursos de um único segmento.

Há, por exemplo, coworkings dedicados a profissionais de moda, agronegócio, beleza, educação, entre outros setores. 

Outro fator que ajuda a impulsionar o segmento é o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa.

Como nem sempre o home office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking é uma boa alternativa.

7. Desenvolvimento de aplicativos

Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Afinal, os smartphones se tornaram dispositivos obrigatórios no dia a dia. 

De acordo com uma pesquisa da Pew Research, publicada no Canal Tech, a indústria de desenvolvimento de aplicativos deve movimentar US$ 6,3 trilhões até 2021. O estudo também mostra que 60% dos brasileiros utilizam apps diariamente, tornando o mercado nacional altamente promissor.

Entre as tendências para 2020, estão os apps para wearables como smartwatches e fit bands, apps que se integram a dispositivos IoT (Internet of Things) e chatbots (robôs de conversação). 

8. Drones

Há aplicações diversas para esses dispositivos voadores, desde operações industriais até o lazer, sem esquecer do seu uso crescente no agronegócio. Não há como deixar a fabricação de drones de fora dos negócios em alta, pois acredita-se que há um potencial ainda inexplorado quanto ao seu uso comercial.

Após a regulamentação dos drones pela ANAC, as perspectivas para esse mercado ficaram ainda mais animadoras. De acordo com um relatório da FAA (Federal Aviation Administration), o setor deve triplicar até 2023 e o uso comercial deve crescer, principalmente no segmento de logística.

9. Infoprodutos

Não é exagero dizer que o mercado de produtos digitais no Brasil ainda engatinha diante de tantas possibilidades abertas pela internet. No entanto, hoje já há exemplos de muita gente que literalmente faturou milhões começando do zero.

Isso não significa a garantia de lucro fácil, mas de que há demanda para a oferta. Infoprodutos podem envolver todo o tipo de solução digital, como livros, aulas e palestras. E o melhor de tudo é que dá para começar tendo apenas um computador como estrutura.

O crescimento de plataformas como TurboMKT, Monetizze e Hotmart é a prova de que há muitas oportunidades para monetizar infoprodutos e investir no marketing de afiliados.

10. Pagamento por aproximação

pagamento por aproximação surpreendeu pelo crescimento vertiginoso: 600% de aumento na demanda em julho de 2019, de acordo com dados da pesquisa Visa Consulting & Analytics publicados na Noomis. 

O sistema “aproximou, pagou” chegou às linhas de transporte público das principais capitais do país, aceitando pagamento com cartões de débito e crédito, celular ou qualquer outro dispositivo wearable (pulseiras, relógios, etc.).

A tecnologia sem contato tem grande potencial no setor bancário e no varejo, e os pioneiros desse mercado terão grandes chances de liderar a transformação digital. 

Na hora de abrir sua empresa, conte com a MF Contabilidade, estamos no mercado a mais de 10 anos e prontos para lhe ajudar a crescer.

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Saiba o que é o Simples Nacional e quais as suas vantagens para pequenos empreendedores

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado que contempla empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões.

Ele foi lançado em 2007 para descomplicar a vida de donos de pequenos negócios.

Em 2018, passou por uma reformulação importante, que contemplou uma elevação do faturamento permitido e outras alterações que serão destacadas ao longo deste post.

Nas próximas linhas, você vai entender melhor o que é o Simples Nacional e conferir vantagens, condições, tabela e alíquotas desse regime.

O que é Simples Nacional?

Simples Nacional é um regime tributário facilitado e simplificado para micro e pequenas empresas.

Ele permite o recolhimento de vários tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia.

A alíquota é diferenciada, variando de acordo com o faturamento, que é separado em faixas de faturamento, até a receita bruta anual de R$ 4,8 milhões – limite que entrou em vigor em 2018 em atendimento à Lei Complementar nº 155.

Antes do Simples, pequenos negócios pagavam impostos federais, estaduais e municipais por meio de guias e datas separadas.

As alíquotas eram também menos favoráveis, por vezes proporcionais às aplicadas a grandes empresas.

Esse regime deu fôlego a empreendedores de diversos setores, que até então aderiam ao Lucro Presumido ou Lucro Real.

Desde 2007, mais segmentos foram incorporados à lista de atividades e segmentos  autorizados a aderir ao regime simplificado de tributação.

Dois anos depois, com a criação do MEI (Microempreendedor Individual), houve um novo esforço de simplificação, agora para formalizar negócios tocados por autônomos, com até um funcionário.

Dentro da Lei Complementar nº 123/06, o Simples também é chamado de Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

Além da unificação dos tributos, o Simples Nacional se destaca como fator de desempate para empresas que concorrem a licitações do governo e facilita o cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias por parte do contribuinte.

Para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), além de cumprir outros requisitos, como veremos a seguir.

Quem pode optar pelo Simples Nacional?

Podem optar pelo Simples Nacional empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões em 2018. Caso a empresa seja aberta durante o ano, o valor é aplicado proporcionalmente ao período de atividade.

Nesse limite de receitas brutas, se encaixam as microempresas, conhecidas pela sigla ME, e também as Empresas de Pequeno Porte, que recebem a sigla EPP.

Contudo, o faturamento auferido não é o único requisito para optar pelo Simples Nacional como regime tributário.

Há algumas atividades cuja opção não é permitida.

Nesse caso, a dica é conversar com o contador e checar se o seu CNAE cabe no Simples – código que indica a Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

Veja um resumo das qualificações exigidas para a empresa ser tributada por esse regime:

  • Faturamento limitado a R$ 4,8 milhões por ano
  • Empresas sem débitos com o INSS
  • Empresas regulares quanto aos cadastros fiscais
  • Quem não exerce atividade com serviços financeiros
  • Quem não presta serviços de transporte, exceto serviços de transporte fluvial
  • Quem não importa combustíveis
  • Quem não fabrica veículos
  • Quem não distribui ou gera energia elétrica
  • Quem não realiza locação de imóveis próprios e nem trabalha com loteamento e incorporação de imóveis
  • Quem não atua com cessão ou locação de mão de obra
  • Quem não produz ou vende no atacado cigarros e assemelhados, armas de fogo, refrigerantes e bebidas alcóolicas (exceto pequenos produtores)
  • Pessoas jurídicas que não tenham sócio no exterior
  • Quem não possui capital em órgãos públicos, independente de ser direto ou indireto

Novos CNAE no Simples Nacional

A mais recente alteração no Simples, em 2016, integrou outras quatro atividades ao rol daquelas permitidas ao regime tributário.

Foram beneficiados pequenos produtores de bebidas alcoólicas, exceto quando produzirem ou venderem por atacado. Confira quem são eles:

  • Micro e pequenas cervejarias: CNAE 1113-5/02
  • Micro e pequenas vinícolas: CNAE 1112-7/00
  • Produtores de licores: CNAE 1111-9/02
  • Micro e pequenas destilarias: CNAE 1111-9/01 e 1111-9/02.

É importante consultar sempre um profissional contábil que possa analisar se a sua empresa está apta ao enquadramento no Simples Nacional e, caso não esteja, para indicar o melhor regime tributário.

Como optar pelo Simples

A opção pelo Simples Nacional pode ser feita a qualquer momento, quando da abertura da empresa, ou no primeiro mês de cada ano, para negócios que desejam alterar o enquadramento tributário.

É altamente recomendável que não dê esse passo sem falar com um contador.

Além de estar habituado à burocracia envolvida na escolha, esse profissional é quem melhor pode aconselhar sobre a validade ou não da adesão ao regime simplificado.

Embora o Simples Nacional seja a opção da maioria das pequenas empresas, nem sempre é a opção mais econômica, considerando particularidades do negócio.

Conforme o número de colaboradores, por exemplo, a definição pelo Lucro Presumido pode ser mais vantajosa.

Também é importante saber que não há direito ao crédito fiscal de IPI e ICMS, como ocorre em outros regimes tributários.

Esse pode ser um obstáculo para negociar com empresas maiores, que buscam justamente esse benefício para abatimento de impostos.

Outro ponto de atenção diz respeito à margem de lucro.

Como o Simples Nacional tem seus valores calculados sobre o faturamento e não sobre a receita líquida, isso significa que uma empresa pode ter prejuízo em determinado mês e ainda assim pagar impostos, que são calculados sobre a receita bruta auferida, portanto, sem descontar as despesas.

Devido à grande variedade de atividades e de formas de tributação, voltamos a repetir a sugestão de buscar uma análise específica para cada caso, o que envolve consultar seu contador.

Como as empresas do Simples Nacional pagam impostos

Já falamos que, no Simples Nacional, as empresas pagam seus impostos em uma guia única.

Ela é chamada de DAS, sigla para Documento de Arrecadação do Simples Nacional.

O DAS unifica o recolhimento de impostos para as empresas optantes por esse regime de tributação.

O valor do pagamento é repassado a um sistema gerenciado pelo Banco do Brasil, que reparte automaticamente o recurso dentro de um dia para os entes de destino: municípios, estados e União.

A emissão do DAS é muito simples. O cálculo ocorre em um sistema informatizado, que está disponível para o contribuinte no portal do Simples Nacional.

Oferecido pela Receita Federal, ele é de uso obrigatório.

O documento ali gerado pode ser pago de maneira eletrônica ou impresso.

Para os micro e pequenos empreendedores, essa facilidade representa ganho de tempo, de eficiência e produtividade na gestão empresarial.

Veja quais são os impostos pagos no regime Simples Nacional:

  • Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)
  • Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
  • Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins)
  • Contribuição para o PIS/Pasep
  • Contribuição Patronal Previdenciária (CPP)
  • Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
  • Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Tabela do Simples Nacional 2018

Desde janeiro de 2018, com as mudanças na legislação, a tabela do Simples Nacional passou de seis para cinco anexos.

Veja abaixo os detalhes sobre cada um deles, com as suas respectivas faixas de faturamento.

Anexo I do Simples Nacional 2018

Refere-se às empresas de comércio.

Receita Bruta TotalAlíquotaQual o valor a ser descontado
Até R$ 180.000,004%0
De 180.000,01 a 360.000,007,3%R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,009,5%R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0010,7%R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,3%R$ 87.300,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0019%R$ 378.000,00

Anexo II do Simples Nacional 2018

Refere-se às fábricas e indústrias.

Receita Bruta TotalAlíquotaQual o valor a ser descontado.
Até R$ 180.000,004,5%0
De 180.000,01 a 360.000,007,8%R$ 5.940,00
De 360.000,01 a 720.000,0010%R$ 13.860,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0011,2%R$ 22.500,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0014,7%R$ 85.500,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0030%R$ 720.000,00

Anexo III do Simples Nacional 2018

Referese às empresas que oferecem serviços de instalação, reparos e manutenção, além de agências de viagens, escritórios de contabilidade, academias, laboratórios, empresas de medicina e odontologia.

Receita Bruta TotalAlíquotaQual o valor a ser descontado.
Até R$ 180.000,006%0
De 180.000,01 a 360.000,0011,2%R$ 9.360,00
De 360.000,01 a 720.000,0013,5%R$ 17.640,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0016%R$ 35.640,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0021%R$ 125.640,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0033%R$ 648.000,00

Anexo IV do Simples Nacional 2018

Refere-se às empresas que fornecem serviço de limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis e serviços advocatícios.

Receita Bruta TotalAlíquotaQual o valor a ser descontado.
Até R$ 180.000,004,5%0
De 180.000,01 a 360.000,009%R$ 8.100,00
De 360.000,01 a 720.000,0010,2%R$ 12.420,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0014%R$ 39.780,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0022%R$ 183.780,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0033%R$ 828.000,00

Anexo V

Destina-se a empresas que prestam serviço de auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia e outros.

Receita Bruta TotalAlíquotaQual o valor a ser descontado.
Até R$ 180.000,0015,5%0
De 180.000,01 a 360.000,0018%R$ 4.500,00
De 360.000,01 a 720.000,0019,5%R$ 9.900,00
De 720.000,01 a 1.800.000,0020,5%R$ 17.100,00
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0023%R$ 62.100,00
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0030,5%R$ 540.000,00

Conhecendo e aplicando o fator R

As mais recentes mudanças no Simples Nacional trouxeram um novo componente ao  cálculo dos impostos.

É o Fator R, que é utilizado para determinar se uma empresa deve ser enquadrada no Anexo III ou no Anexo V.

Sua fórmula é a seguinte: Fator R = FP / RB

Para tanto, FP é a folha de pagamento dos últimos 12 meses, enquanto RB é a Receita Bruta também dos últimos 12 meses.

Se o resultado for igual ou inferior a 0,28 (ou 28%) deve ser tributado pelo Anexo V. Caso contrário, no Anexo III.

Embora donos de pequenos negócios possam contar com a ajuda do contador para esse cálculo, é importante que entendam por qual razão são tributados em um anexo no Simples e não em outro que, aparentemente, integra a sua atividade.

Gestão tributária mais simples

Neste artigo, você conheceu o que é Simples Nacional e todos os detalhes a respeito desse regime tributário, incluindo as tabelas em vigor desde janeiro de 2018.

Ao longo do post, conferiu as alíquotas, as mudanças de 2018, os anexos e as regras. Agora, seja para abrir empresa ou buscar esse novo enquadramento, não se esqueça de falar com um contador.

Esse profissional pode ajudá-lo não apenas a organizar adequadamente sua gestão fiscal e tributária, mas também a planejar o crescimento e as finanças do seu negócio. E para tornar essa travessia mais tranquila, vale lembrar: a MF Contabilidade está pronta para acelerar a rotina, automatizar os processos e conectar as diferentes áreas da sua empresa.

Tem outra dúvida sobre o Simples Nacional? Fale com os nossos especialistas.

Telefone: (62) 3088 – 1130
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O que você e sua empresa ganham com a cultura orçamentária?

Dentre as principais causas de morte de empresas, boa parte envolve a falta de planejamento como fator chave. Por causa do pouco preparado, milhares de negócios fecharam as portas nos últimos anos. Esse cenário continuará até o momento em que o planejamento se tornar prioridade.

E o que isso tem a ver com cultura orçamentária? Bem, muita coisa. A cultura orçamentária estimula o planejamento e prioriza a utilização de dados e indicadores de desempenho entre o time. Tem como objetivo tornar viável o alcance de melhores resultados por meio de um orçamento empresarial.

Garanto que, por mais que pareça, o tema não é complicado!

Confira a seguir o porquê a gestão e cultura orçamentária são importantes para a sua empresa alcançar melhores resultados.

Antes de mais nada, é preciso de gestão

A cultura orçamentária é o resultado do desenvolvimento da gestão orçamentária, por isso é essencial entender onde tudo começa.

De forma objetiva, a gestão orçamentária é o planejamento de receitas, custos, despesas, e investimentos futuros da empresa. Ou seja, é o ato de planejar seu desempenho financeiro para os próximos meses ou anos. Essa projeção (feita com planejamento orçamentário) é a luz que direciona estratégias e esforços direção dos melhores resultados financeiro-econômicos.

A cultura orçamentária entra no momento em que o processo de gestão orçamentária está posto em prática. Sendo o orçamento a estratégia que busca por um melhor desempenho e performance, seus colaboradores, ao estarem inseridos em uma cultura orçamentária, estarão engajados e comprometidos com melhores resultados.

Assim, a cultura orçamentária é o incentivo para que os colaboradores estejam alinhados com a estratégia da empresa e seu objetivo econômico e financeiro. E que, dessa forma, todos trabalharão para colocar em prática o que foi anteriormente planejado no orçamento.

Portanto, a ideia da cultura orçamentária é alinhar engajar todos os funcionários com o planejamento orçamentário criado.

Pequenas e médias empresas já começam a entender a importância de uma cultura voltada a resultados por meio de orçamento. Luis Felipe, fundador da Organizze, afirma que “o orçamento é a base para criar uma cultura que foque mais em resultado. Não tem como criar uma cultura focada em resultado se sua empresa não tem orçamento”.

Benefícios da cultura orçamentária para pequenas e médias empresas. A gestão orçamentária planeja — por meio dos números — o caminho para alcançar a meta principal. Já a cultura orçamentária garante o alinhamento e comprometimento de todos com o que foi planejado. No fim, a cultura orçamentária é consequência de uma equipe comprometida e alinhada (e, claro, de um planejamento orçamentário muito bem-feito).

Adotá-la trará para sua empresa diversos benefícios, bem como:

1) Comprometimento com os indicadores de desempenho

Um dos pontos importantes da gestão orçamentária é que não existe “achismo”. Tudo é medido, calculado; é preciso de métricas e metas antes mesmo de planejar. Ter essa ideia em forma de cultura fará com que todos pensem pela ótica Data Driven.

Pensar (e agir) sendo Data Driven é priorizar os dados e números. Algo factível e que pode ser provado. Em uma cultura orçamentária os indicadores financeiros (responsáveis por medir o desempenho das empresas) são constantemente utilizados.

2) Auxílio nas tomadas de decisões importantes

Um dos princípios pregados por uma cultura orientada a orçamento é que devemos basear nossas decisões em dados, indicadores e métricas (como dito no ponto anterior). Esse comportamento, ao ser espelhado em todas as equipes, torna a tomada de decisão mais ágil e certeira.

Do Marketing a Vendas, todos os setores, conhecendo e estando comprometidos com o orçamento, tomarão decisões que irão direcionar a empresa ao alcance da sua meta. Além do mais, poderão utilizar dos indicadores fornecidos pelo orçamento como base para criação de planos de ações.

3) Mais organização e foco na meta principal

Um dos problemas das empresas que não possuem uma meta (ou possuem mais de uma) é a falta de organização e, principalmente, de foco. Com base em uma análise prévia, a gestão orçamentária ajudará sua empresa a definir uma meta principal focada no que mais importa para seu negócio.

A partir disso, a cultura orçamentária se responsabilizará por propagar essa meta, garantindo que todos trabalhem em conjunto — em suas devidas áreas — para alcançá-la. Isso resultará em maior foco e maior organização nas equipes. Além disso, lembre-se de colocar metas de produtividade para garantir um bom desempenho da equipe.

Como implementar uma cultura orçamentária na sua empresa?

Quanto mais cedo implementa-se uma cultura, mais rápido ela é validada e mais fácil é propagada entre a equipe. Além disso, quando novos colaboradores entrarem na empresa, já estarão alinhados à cultura. Por isso, comece cedo!

Aqui vão algumas dicas valiosas para implementar a cultura orçamentária:

>  Crie um bom orçamento empresarial 

A primeira dica não poderia ser outra: antes de existir a cultura orçamentária, é necessário que exista um orçamento. É exclusivamente a partir dele que definimos metas de resultados, planos de ações e objetivos a serem alcançados. Assim, podendo replicar esses pontos forma de cultura.

> Utilize de tecnologia que facilitem o orçamento e controle financeiro

Insistir em planilhas pode não ser a melhor saída. Para agilizar e garantir melhor performance, invista em uma plataforma para controle financeiro, como a Conta Azul. Nela você pode controlar seu fluxo de caixa, gerar notas fiscais e analisar relatórios sobre a saúde financeira da empresa.

E, lembre-se: a gestão orçamentária é um passo além do controle financeiro. Por isso, utilize da metodologia e plataforma da Treasy para definir sua meta, traçar os objetivos e acompanhar seu orçamento. Garantindo, assim, o alcance de melhores resultados e performance financeira-econômica.

> Torne a liderança os propagadores da cultura

Se a liderança participa da elaboração do orçamento, nada mais justo do que se tornarem os propagadores dessa nova cultura. Então, trace um plano de ação para que os gestores (e diretores, também) insiram a discussão da cultura orçamentária no dia a dia. Para, assim, tornar o assunto cada vez mais rotineiro, e para que a importância fique evidenciada a todos.

> Estimule o uso de indicadores de desempenho

Alguns parágrafos atrás você entendeu o porquê os indicadores e métricas são tão importantes em uma cultura orçamentária. E para que o seu uso se torne recorrente, é necessário estimular a prática entre os colaboradores. Você pode fazer isso dando mentorias para as equipes, ou investindo em desenvolvimento profissional com cursos e palestras sobre o assunto.

Com um controle financeiro em dia, você estará a um passo de construir uma gestão orçamentária de excelência. E, a partir daí, a cultura orçamentária deve ser propagada entre todas as equipes.

Apenas dessa forma melhores resultados se tornarão o foco de todos, e os objetivos e metas serão alcançados.

Você já sabe né? Na hora de contratar um escritório de contabilidade, conte com quem é referência na área, conte com a MF Contabilidade. Temos uma equipe capacitada e pronta para lhe atender, clique aqui e solicite seu orçamento.

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Terceirizar a contabilidade da sua empresa, vale a pena?

Quando se fala em terceirizar um serviço, primeiramente se pensa na geração de economia para a empresa. Só depois é que vem a preocupação com a produtividade e se essa realmente é a solução correta para o empreendimento. No Brasil, a maioria das empresas, lotadas em diferentes setores, contam com algum tipo de serviço terceirizado. Entre as vantagens apontadas por grande parte dos empresários está a facilidade em se ter uma pessoa especializada responsável por determinado trabalho, além também da redução dos custos com a folha de pagamento. A estratégia geralmente é adotada quando o volume de serviço está entre médio e alto ou quando há uma necessidade de padronização de processos — como, por exemplo, nas áreas de finanças, tecnologia da informação e também de recursos humanos.

Embora seja realmente uma boa alternativa, ainda há dúvidas com relação à contratação ou não de uma empresa para cuidar da contabilidade de outra. Deve-se ou não terceirizar esse serviço?

Terceirização ou capacitação

Cada empresa tem suas particularidades. No caso de uma indústria, por exemplo, que tenha um grande faturamento anual, é preciso tomar uma série de cuidados com notas fiscais, pagamento de impostos sobre serviços e produção. Todos esses processos a tornam mais complexa, e, por isso, facilitaria muito ter uma equipe exclusiva para esse tipo de serviço dentro da empresa. Porém, se essa equipe é montada e acaba não atendendo às expectativas, deve-se avaliar se é mais vantajoso investir em treinamento e capacitação ou contratar uma empresa externa para desempenhar a função.

Benefícios para pequenas empresas

Uma importante característica inerente a uma empresa pequena é o pequeno — se comparado, por exemplo, às multinacionais — fluxo de serviços de contabilidade. Quando o volume de trabalho é mais baixo, a terceirização do serviço pode ser uma boa opção, ajudando, inclusive, no melhor aproveitamento do espaço físico da empresa.

Custos mais baixos

Cada funcionário gera, obviamente, custos para a folha de pagamento da empresa. Quando o empresário coloca esses gastos no papel e calcula quanto esse funcionário custa ao ano, pode acabar tomando um susto. Dependendo do perfil do colaborador — sua especialização e, também, seu tempo de empresa — pode-se chegar à conclusão de que é mais barato contratar uma empresa especializada.

Confiança na empresa contratada

Deixar todas as informações financeiras do seu negócio nas mãos de outra empresa não é mesmo uma tarefa fácil. Por isso, antes de se decidir pela contratação, você deve observar alguns quesitos, como a posição em que ela se encontra no mercado, se seus funcionários são qualificados e como é a avaliação de outros clientes por ela atendidos. E não se esqueça de exigir um termo de confidencialidade, garantindo que, se alguma informação for divulgada sem sua devida autorização, o responsável terá que responder pelo vazamento.

Pensa em terceirizar a contabilidade da sua empresa? O que você considera antes de contratar? A MF Contabilidade conta com uma equipe capacidade e pronta para lhe atender, clique aqui e solicite seu orçamento.

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