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Recuperação Tributária: Você sabe quais tributos podem ser recuperados?

O que é Recuperação Tributária? A recuperação tributária consiste na recuperação de impostos, taxas ou contribuições que foram pagos pela empresa, mas que foram estabelecidos de forma ilegal pelo governo. Todos os tipos de empresas, sejam públicas ou privadas, têm direito à recuperação tributária, independentemente do porte. Sempre que surge um tributo contrariando as regras instituídas pelo governo, ele é considerado ilegal, e a empresa tem direito à recuperação tributária. Como Realizar a Recuperação Tributária: Muitas vezes, impostos são recolhidos de forma errada, acima do valor correto. Com base legal, é permitido retroagir até 5 anos para recuperar esses valores. Após isso, é necessário realizar a correção monetária, atualizando os valores com a aplicação das taxas básicas de juros. Quais os Benefícios da Recuperação Tributária? O levantamento minucioso dos tributos ajuda a identificar falhas que devem ser corrigidas, reduzindo as chances de as empresas receberem autuações e serem obrigadas a pagar multas e juros elevados. Além disso, a recuperação tributária contribui para a redução da carga tributária, mostrando como a empresa deve pagar seus impostos, taxas e contribuições de forma correta. Isso reduz os gastos com tributos, melhora a gestão financeira e facilita a realização de investimentos para expandir o negócio. Tributos que Podem Ser Recuperados: PIS (Programa de Integração Social) – receita bruta e repique; COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social); ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços); IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados); ICMS-ST (ICMS-Substituição Tributária); IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica); CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido); FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) – multa dos 10% em demissões sem justa causa; INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) sobre verbas indenizatórias – nos casos de demissão sem justa causa; ICMS pago nas contas de energia elétrica. Quer saber mais sobre como a MF Contabilidade pode ajudar você e sua empresa? Entre em contato e fale com um de nossos consultores ou agende uma visita sem compromisso. Contatos: (62) 3088-1130 | (62) 98546-2689E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br Saiba mais

Reestruturação organizacional: melhore os resultados da sua empresa!

São muitas as empresas que passam por uma Reestruturação Organizacional, algumas empresas até mais de uma vez. E isso é válido tanto para as pequenas empresas como também para as grandes corporações. Pois tanto o ambiente externo à empresa como tudo o que acontece dentro dela faz surgir a demanda por revisar sua estrutura e buscar mais eficiência e melhores resultados. O que é uma reestruturação organizacional Toda empresa possui uma estrutura, esteja ela bem ou mal preparada para alcançar os objetivos empresariais. A reestruturação organizacional consiste em revisar essa estrutura e adequá-la às demandas da empresa e do mercado, favorecendo o alcance dos objetivos. Assim, antes de falarmos de uma reestruturação, devemos tratar sobre a estrutura de uma empresa. Qualquer empresa, desde sua fundação, possui uma estrutura que é aprimorada com o tempo. Essa estrutura é composta por: Pessoas (a começar pelos sócios); Processos e políticas; Produtos e serviços; Áreas e departamentos; Espaços, equipamentos e bens físicos; Sistemas, softwares e ferramentas; Entre outros itens. Toda essa estrutura tem uma única finalidade: permitir e favorecer que a empresa cumpra com a sua finalidade e alcance os seus objetivos. Assim, uma empresa não existe (ou não deveria existir) em função da sua estrutura, mas é a estrutura que existe para que a empresa chegue onde deseja. O que acontece é que essa estrutura pode não estar ajudando a empresa, ou não estar auxiliando com o máximo de eficiência e eficácia. As pessoas não são mais produtivas, quando os processos e políticas não estão padronizados e integrados, os produtos e serviços já não condizem com o mercado, as áreas e departamentos não estão integrados entre si, a estrutura física está ultrapassada, os sistemas estão obsoletos ou inexistentes, e assim por diante. É neste momento que surge a reestruturação organizacional. Por que é importante reestruturar uma empresa? A própria razão de ser da estrutura de uma empresa responde por que é fundamental a reestruturação organizacional: para que tudo o que compõe a empresa conduza-a ao seu objetivo. Portanto, a pergunta a ser respondida é: a atual estrutura da sua empresa (isto é, seus sócios e funcionários, a maneira de trabalhar, os sistemas, etc.) estão levando a empresa de maneira adequada ao destino traçado? Assim, reestruturar uma empresa é importante pois aumenta as chances de sucesso. Como saber se é o momento de reestruturar a sua empresa É preciso um olhar sincero para a própria empresa para analisar e identificar pontos estruturais que estejam atrapalhando o caminho e a produtividade da empresa. Realizar mudanças não é tarefa fácil, mas são necessárias. Mas o momento de reestruturar a empresa não é apenas quando se reconhecem as deficiências. O momento adequado de uma reestruturação é quando há um objetivo claro e quando os sócios e gestores têm disposição para colocar em prática as mudanças e melhorias necessárias. Além disso, alguns sinais indicam que é o momento de uma reestruturação organizacional: Há conflitos ou gargalos entre as áreas ou departamentos; Não há padronização na forma de trabalho; O tempo de resposta da empresa não está adequado às demandas do mercado; Gasta-se muito tempo para realizar tarefas simples; Há muito retrabalho; Os clientes demonstram insatisfação com a forma de trabalho da empresa; Os anos passaram e a empresa não evoluiu em termos de gestão e estratégica (as melhores práticas e ferramentas de gestão evoluíram, mas sua empresa não acompanhou); O conhecimento dos seus funcionários está desatualizado, refletindo na eficiência e eficácia da empresa. Se um desses sinais é perceptível em sua empresa, é provável ser o momento de considerar uma reestruturação organizacional. Quais são os benefícios de uma reestruturação organizacional? Reestruturar uma empresa é momento oportuno de repensá-la e reavaliá-la. É, portanto, um momento onde os sócios e gestores avaliam o que está indo bem e o que precisa melhorar. E isso por si só já traz benefícios, visto que tende a tornar a empresa mais preparada para competir no mercado. Mas podemos ainda identificar outros benefícios que uma empresa obtém durante e após a reestruturação organizacional: Aumento da produtividade dos funcionários; Diminuição dos erros e retrabalhos; Maior controle e padronização das atividades e resultados; Estrutura documentada; Softwares e ferramentas sendo utilizadas em seu potencial máximo; Integração entre as áreas e departamento; Criação e uso de indicadores de desempenho para acompanhar a evolução da empresa; Políticas claras e bem definidas. Como dito anteriormente, se há a necessidade de reestruturar, é porque mudanças precisam acontecer. E mudanças exigem sair da zona de conforto e mudar pensamentos e comportamentos. E isso não é fácil. Por isso a grande motivação para uma reestruturação organizacional deve ser o reconhecimento de que a empresa está falhando e que para alcançar os objetivos definidos compensa todo o esforço. Quem deve conduzir uma reestruturação? Com certeza os líderes da empresa devem estar envolvidos e apoiando a reestruturação. Contudo, nem sempre eles são os melhores para conduzí-la. E há 2 motivos principais para isso: Os vícios, hábitos e comportamentos negativos estão presentes nos líderes; ou, se não estão, os líderes já estão com dificuldades para implantar mudanças na empresa. Reestruturar implica em trazer para a empresa novas e atuais práticas de gestão, e isso demanda profissionais com novas visões, conhecimentos e experiências. Além disso, normalmente uma empresa não deixa de funcionar durante uma reestruturação organizacional. Isso significa que os líderes estarão envolvidos nas atividades do dia-a-dia e ainda ganhariam a incumbência de conduzir a reestruturação, o que tende a afetar negativamente o andamento de ambas as atividades. Nesse cenário, os consultores estariam à frente do trabalho conduzindo a equipe para que a reestruturação organizacional aconteça. Isso significa não apenas entregar a condução à consultoria, mas trazer para dentro da empresa o conhecimento e a experiência dos consultores. Como uma consultoria empresarial pode ajudar Sendo a reestruturação organizacional um momento chave para qualquer empresa, realizá-la com maestria deve ser uma prioridade. Por isso é importante contar com profissionais que saibam conduzir esse processo e tenham experiência em enfrentar e vencer os desafios próprios de uma reestruturação. A MF Contabilidade é especialista no assunto, já tendo conduzido reestruturações organizacionais em dezenas de

O que é consultoria de gestão? Guia Completo

Consultoria de Gestão: Como Pode Beneficiar Seu Negócio A consultoria de gestão é um serviço voltado para negócios que precisam melhorar sua performance através da resolução de problemas e da descoberta de novas práticas. O objetivo é aprimorar os resultados da empresa e apoiar seu desenvolvimento, oferecendo um impulso direcionado em diversos setores. Investir em consultoria de gestão pode aumentar a produtividade da equipe, melhorar a eficácia na resolução de problemas, trazer mais organização na administração de projetos e, consequentemente, aumentar lucro e receita. O consultor empresarial identifica novas oportunidades de negócios e ajuda na reflexão estratégica, embora não tome decisões ou execute mudanças. Além disso, promove integração e cooperação entre os grupos envolvidos. Por que Usar uma Consultoria de Gestão? Um consultor pode suprir deficiências de habilidades e oferecer uma alternativa mais econômica do que contratar novos funcionários. Com expertise em áreas específicas, o consultor pode focar em projetos sem distrações do dia a dia. A consultoria pode variar entre soluções completas ou abordagens específicas. Como Funciona uma Consultoria de Gestão? O trabalho envolve análise de dados e segue estas etapas: Definição do Problema: Identificação do problema a ser resolvido. Abordagem: Estratégia para investigar o problema. Coleta de Dados: Reunião de informações sobre o problema. Análise de Dados: Interpretação dos dados coletados. Recomendações: Propostas de soluções baseadas nos dados e na expertise. Implementação: Aplicação das mudanças recomendadas. Vantagens da Consultoria de Gestão Foco no Trabalho: Consultores concentram-se em áreas específicas, melhorando a organização e a produtividade, enquanto a equipe interna lida com várias funções. Experiência: Consultores trazem novas técnicas e perspectivas, oferecendo aprendizado contínuo para a equipe interna e promovendo o desenvolvimento do negócio. Olhar Externo: Consultores oferecem uma visão inovadora e questionadora, proporcionando mudanças positivas que podem parecer ousadas para a equipe interna. Como um Consultor de Gestão Auxilia no Planejamento? Antes de planejar, é essencial avaliar a maturidade de gestão da empresa. Consultores ajudam a identificar características específicas da empresa e a tomar decisões estratégicas para aumentar a produtividade e reduzir custos. O planejamento adequado é crucial para otimizar processos e alcançar os objetivos empresariais. Quer Saber Mais? Saiba como a MF Contabilidade pode ajudar a sua empresa. Entre em contato e agende uma visita sem compromisso. Telefone: (62) 3088-1130E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br Quero uma consultoria

Como Regularizar Imposto de Renda: Passo a Passo Essencial

Como Regularizar Imposto de Renda e Sair da Malha Fina Cair na malha fina é uma situação que pode gerar muita preocupação para o contribuinte. Isso ocorre quando a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física apresenta inconsistências que chamam a atenção da Receita Federal. Nesses casos, é essencial saber como regularizar o imposto de renda de forma adequada para evitar complicações futuras. De acordo com Valter Koppe, ex-funcionário da Receita Federal com vasta experiência na área, existem três cenários distintos em relação à malha fina. O primeiro é quando o contribuinte recebe uma Intimação Fiscal. Nesse caso, o contribuinte deve acessar o sistema e-Defesa e atender às solicitações, gerando o Dossiê Digital de Atendimento (DDA) para enviar a documentação necessária à Receita. Se for emitida uma Notificação de Lançamento, é possível pagar, parcelar, solicitar a retificação do lançamento (SRL) ou impugnar o valor devido. No segundo cenário, o contribuinte pode não receber uma intimação ou notificação, mas ao consultar o extrato da declaração, encontrar pendências. Se houver erros, é possível corrigi-los com uma declaração retificadora. Caso os dados estejam corretos, o próximo passo é gerar um DDA e apresentar a documentação comprobatória, aguardando a intimação ou notificação da Receita. No terceiro cenário, as orientações para criar o DDA estão disponíveis no site da Receita Federal. Seguindo essas etapas, você poderá regularizar o imposto de renda com sucesso e sair da malha fina sem maiores problemas. A MF Contabilidade está aqui para ajudar. Se precisar de apoio para regularizar o imposto de renda, entre em contato conosco e conte com nossa expertise. Telefone: (62) 3088-1130E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br

IMPOSTO DE RENDA 2020

UM EM CADA QUATRO CONTRIBUINTES NÃO ENTREGARAM A DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA. PRAZO TERMINA NESTA TERÇA-FEIRA (30). O total enviado até o momento equivale a 75,5% dos 32 milhões de declarações esperadas para este ano. O prazo de entrega começou em 2 de março e vai até 30 de junho. Inicialmente, o prazo acabaria no fim de abril, mas a data foi prorrogada por dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus. Imposto de Renda 2020 A Receita Federal derrubou a exigência do número do recibo da declaração anterior e adiou o pagamento da primeira cota ou cota única para junho. Em relação às restituições, o cronograma dos lotes de pagamento, que começa em maio e acaba em setembro, está mantido. Quem declara no início do prazo têm prioridade para receber a restituição, caso não a preencham com erros e omissões. Pessoas com mais de 60 anos, com moléstias graves ou deficiência física também recebem a restituição primeiro. A Receita Federal adiou o pagamento da primeira cota ou cota única de Imposto de Renda  para junho O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. Quem optar por dispositivos móveis, como tablets ou smartphones, poderá baixar o aplicativo meu imposto de renda nas lojas Google Play, para o sistema operacional Android, e App Store, para o sistema operacional iOS. A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. A multa por atraso de entrega é estipulada em 1% ao mês-calendário até 20%. O valor mínimo é R$ 165,74. Mudanças As novidades para a entrega da declaração neste ano estão disponíveis na página da Receita. Entre as principais mudanças, estão a antecipação no cronograma de restituição, cujo pagamento começará no fim de maio e terminará no fim de setembro, e o fim da dedução do INSS dos trabalhadores domésticos . Pela primeira vez, os contribuintes com certificação digital receberão a declaração pré-preenchida no programa gerador. Até agora, eles tinham de entrar no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC), salvar o formulário pré-preenchido no computador e importar o arquivo para preencher a declaração. Neste ano, também está disponível a doação, diretamente na declaração, de até 3% do imposto devido para fundos de direito dos idosos. Obrigatoriedade Precisa ainda declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital, na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros. Quando se trata de atividade rural, é obrigado a declarar o contribuinte com renda bruta superior a R$ 142.798,50. Também deve preencher a declaração quem teve, em 31 de dezembro do ano passado, a posse ou propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, com valor total superior a R$ 300 mil. MF Contabilidade Telefone: (62) 3088-1130. E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br

GOVERNO OFERECE GARANTIA EM EMPRÉSTIMO PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

Após a edição de mais uma medida provisória (975/20) pelo governo para tentar acelerar a concessão de crédito para as pequenas e médias empresas, deputados pediram pressa na liberação do recurso. Na opinião do deputado André Figueiredo (PDT-CE), líder do partido, a MP já chega atrasada. MP beneficia pequenas e médias empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões anuais. “Ela é positiva, mas só que a gente tem o receio de que ela seja pouco efetiva uma vez que as empresas estão com muitas dificuldades operacionais. Essa medida provisória deveria ter sido uma das primeiras. A primeira que o governo editou na vigência do decreto de calamidade pública foi a 925. Ou seja, 50 MPs depois, o governo resolve editar uma MP com muito atraso”, reclama. Vice-líder do governo, o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) acredita que haverá tempo para ajudar as empresas. “O nosso desafio é desburocratizar o processo tanto de regulamentação quanto de acesso ao crédito. Precisamos fazer um diálogo com o setor bancário para tirar algumas travas do crédito convencional e, na excepcionalidade do momento, atendermos com mais agilidade as nossas empresas. ” Neste cenário atual ter um profissional para ajudar o empresário nesta nova fase é crucial, saiba como a MF Contabilidade está ajudando pequenos e médios empresários, enquadrados no simples nacional a reduzir custos e crescer o seu negócio. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas. Telefone: (62) 3088-1130. E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br

Crise: O que é preciso mudar na sua empresa para se manter durante e após a crise!

As empresas terão que abandonar a “gambiarra digital”. Ou ela é digital mesmo ou não é. Plataformas digitais competentes mesmo que sejam pequenas são as que vão sobreviver. O comércio online deixa de ser uma opção secundária de compras. As lojas físicas serão redesenhadas como espaços de experimentação da marca mas as vendas migrarão mais rápido para o online do que se imaginava antes. 95% das lojas Starbucks foram reabertas na China, mas o movimento na loja é de 60% do que era. As pessoas não consomem mais na loja, compram e vão embora. Starbucks tem que rever o modelo reduzindo espaço de convivência; Os maiores varejistas americanos já demitiram mais de 1 milhão de pessoas e devem reempregar somente 85 % deles no fim da crise. A explicação é que o comércio tradicional vai encolher. A educação online está se provando no meio da crise. Vai haver uma revolução na forma como se aprende em todos os níveis, as empresas aprenderam com a crise que precisam ter estoques maiores de segurança, principalmente quem tem cadeias longas de fornecimento; Os EUA desenvolveu uma cadeia de supply com a China nas últimas décadas que fez com o tempo os americanos perderem capacidade tecnológica de fabricar no pais. Isso vai mudar por questões de segurança. O globalismo sofrerá um duro revés, substituído pelo protecionismo. Não existe setor da economia ou tamanho de negócio que possa dizer “eu não tenho necessidade de investir no digital”. Quem pensar assim não tem futuro, o modo de viver e de se relacionar, assim como o de trabalhar vai mudar tanto que nós dividiremos a história em “Antes do Corona” e “Depois do Corona”. Essa crise traz a oportunidade de uma grande revolução nos sistemas de educação e de saúde usando o online para atender a população. Direitos individuais x saúde será um dos grandes debates no mundo a medida em que rastrear individualmente cada individuo é uma das estratégias mais eficazes de controle de epidemias, mas pode ser usado pelos Governos para controle das pessoas. O consumidor foi “forçado” a migrar nesse momento para o comércio online. As empresas que conseguirem proporcionar uma experiência muito boa em todos os aspectos não perderão esse cliente para as lojas físicas ao fim da pandemia. Ao contrário, as empresas que se mostrarem despreparadas perdem espaço. Assim como os remanescentes da antiga indústria americana tem dificuldades de se recolocar e acabam por sustentar posições políticas protecionistas (que culminou com a eleição do Trump), esse movimento vai se alastrar pelo mundo com o crescimento rápido da industria digital. Conclusão: quem hoje está ocupado já precisa começar a pensar na sua futura profissão, tem que se atualizar o tempo todo nas novas tecnologias. As empresas de educação e o MEC precisam se comunicar com o mercado incessantemente e entender as necessidades para fornecer os conteúdos demandados que não são mais aquilo que as universidades hoje entregam aos alunos. Retreinamento contínuo. Na sociedade do conhecimento não existe “ex-aluno”. Ou você está aprendendo o tempo todo ou você está desempregado. Não vejam a crise como momento de cortar custos. Pensem em investir em novas áreas, em novas tecnologias, vai ter muita oportunidade para as empresas que agirem rápido, vamos renascer num mundo novo, viveremos um “novo normal”, a vida vai ser diferente, ninguém sabe exatamente como, mas temos que estar abertos e preparados para nos adaptar com agilidade ao que vier pela frente O setor agrícola brasileiro tem uma oportunidade de ouro, precisa investir cada vez mais em tecnologia e digitalização, e na qualificação dos seus profissionais e gestores. Gostou deste artigo? Saiba mais sobre como se destacar e superar esta crise com a MF Contabilidade. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas. Telefone: (62) 3088-1130. E-mail: mf@mfcontabilidade.com.br

BNDES lança pacote de ações de apoio que soma R$ 55 bilhões

Principal novidade foi o anúncio de R$ 5 bi para capital de giro, que especialistas consideraram insuficientes Alvo de críticas pela demora na resposta aos efeitos do novo coronavírus, que devem desacelerar de forma dramática a economia brasileira este ano, o BNDES anunciou as primeiras medidas de apoio a trabalhadores e empresas no enfrentamento da pandemia. As ações somam R$ 55 bilhões, sendo que uma parte delas – a transferência de R$ 20 bilhões do PIS-Pasep para reforçar o FGTS – já havia sido divulgada pelo governo há uma semana. De novo, o pacote incluiu a suspensão por seis meses dos pagamentos de empréstimos contratados por empresas junto ao BNDES, no total de R$ 30 bilhões, e a ampliação de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em R$ 5 bilhões. O BNDES também informou que ficam suspensos os pagamentos antecipados de recursos ao Tesouro, o que dá fôlego ao banco para trabalhar em medidas adicionais em uma segunda etapa. O pacote do BNDES foi definido por economistas de diferentes tendências como “tímido” e “modesto”, embora haja o reconhecimento de que outras medidas poderão ser anunciadas. “É uma primeira aproximação para testar o mercado e ver o que as empresas precisam para depois, eventualmente, complementar”, disse um executivo com passagem pelo banco. O BNDES informou que também estuda medidas setoriais que poderão ser anunciadas no curto prazo, incluindo o setor aéreo e o de turismo, bares e restaurantes. As ações foram anunciadas pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em uma transmissão pela internet que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro. “São medidas iniciais do BNDES, que faz jus ao ‘S’ de social”, disse Bolsonaro. Ele também afirmou que novas medidas virão para dar uma resposta a “esse mal que nos aflige agora”. Montezano negou que o banco tenha demorado a dar uma resposta à crise. “Esses R$ 55 bilhões são super relevantes e representam quase o mesmo valor desembolsado pelo banco em 2019”. E continuou: “Em pouco menos de uma semana apresentamos medida dessa materialidade. Isso aqui é uma jornada, não é algo que se encerra agora. Na verdade, isso é só um primeiro passo. O banco está trabalhando quase sete dias por semana para entregar novos produtos. E vamos trazer mais produtos e soluções nas próximas semanas.” A suspensão das amortizações em contratos de crédito por seis meses foi dividida entre operações diretas – aquelas feitas pelas empresas diretamente com o BNDES – e as indiretas, realizadas via agentes financeiros. As medidas valem para principal e juros, mas não mexem nos prazos totais das operações. Nas operações diretas, o efeito estimado pelo banco com a suspensão temporária dos pagamentos é de R$ 19 bilhões. Nas indiretas, chega a R$ 11 bilhões. Nos dois casos, o diferencial que deixará de ser cobrado por seis meses será incorporado ao saldo devedor. As empresas podem pleitear a suspensão desde que a situação junto ao BNDES esteja regular. No capital de giro, além de oferecer mais dinheiro, o banco amplia o leque de empresas que podem tomar recursos e os valores passíveis de contratação. Uma fonte disse que o capital de giro do BNDES estava limitado a empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano, número que passa para R$ 300 milhões anuais. O limite de crédito por beneficiário por ano será elevado de R$ 10 milhões para R$ 70 milhões. As empresas terão 24 meses de carência e cinco anos de prazo total para pagar esses novos financiamentos. A medida do capital de giro foi considerada “importante” por economistas, pois os recursos poderiam ser usados para pagar dívida mais cara contraída com o próprio BNDES – inclusive essa que poderá ter as amortizações suspensas agora, mas que ficará mais “pesada” para as empresas ao fim do contrato. “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado. Para ele, os valores anunciados são modestos para cobrir o que pode ser uma “quebradeira geral” de empresas. “Um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo tem que atuar de maneira firme”, afirmou o economista ao Valor. Ele disse que a Espanha anunciou um pacote emergencial de € 200 bilhões, equivalente a 20% do PIB daquele país, e o Tesouro dos Estados Unidos elevou o pacote econômico para US$ 1 trilhão. Um executivo disse que, em 2017, o BNDES lançou linha de capital de giro de R$ 20 bilhões, mas reconheceu que houve demora para desembolsar. Outro economista afirmou que o apoio do governo na crise, incluindo o BNDES, equivaleria a menos de 3% do PIB do país. “De forma geral, os pacotes [no mundo desenvolvido] não têm sido menores do que 5% do PIB”. O coordenador do Centro de Estudos do Mercado de Capitais (Cemec-Fipe), Carlos Rocca, listou três desafios com relação ao financiamento para o capital de giro das empresas: a agilidade para a liberação dos recursos; a flexibilização dos critérios de concessão dos empréstimos, já que muitas empresas podem não ter garantias de recebíveis, por estarem com as operações interrompidas; e o prazo das operações. “As empresas deixaram de vender e têm contas a pagar”. Gostou deste artigo? Saiba como a MF Contabilidade pode ajudar no crescimento de sua empresa, ou recuperação de tributos. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas. Telefone: (62) 3088 – 1130Email: mf@mfcontabilidade.com.br

Conciliação bancária: 4 dicas importantes para sua empresa

Toda empresa tem que criar o hábito em fazer a conciliação bancária diária com bastante atenção e sempre com foco nas análises dos resultados. Esse processo é essencial para prevenir erros e fraudes. Não faça apenas ajustes para seus resultados baterem. Faça uma análise mais profunda, busque documentos originais para saber se o que foi acordado é o que está lançado, analise os juros, multas e os descontos. Verifique se o que está lançado foi mesmo realizado. Podem acontecer débitos indevidos por parte do banco, como também depósitos não identificados, ambos não poderão ser conciliados até que se identifique onde está a falha. Dicas para fazer a conciliação bancária Para que você comece a partir de agora a analisar melhor a conciliação bancária da sua empresa, vamos lhe dar 4 dicas simples que não podem ser deixadas para lá. 1) Reconhecer absolutamente todas as entradas e saídas A sua elaboração deve ser baseada no reconhecimento de todas as entradas e saídas, observando cada particularidade. Alguns fatores externos podem gerar diferenças entre o que está registrado e o saldo bancário, um exemplo disso é o tempo de compensação dos depósitos recebidos. 2) Garantir as informações na data correta Os lançamentos de entrada e saída deverão ser informados na data correta, como também para a conta bancária envolvida na movimentação. Lançar cada informação corretamente, reduz consideravelmente as divergências dos dados. 3) Bater os valores de saldo inicial e final Verificar se os valores de saldo inicial e saldo final do extrato bancário, estão de acordo com o relatório interno de controle da conta bancária. Após verificar esses valores, você vai percebendo e encontrando onde estão as divergências com mais facilidade. Pois as informações são analisadas do macro ao micro e torna o entendimento mais fácil. 4) Verifique todos os erros e não faça ajustes Se encontrar divergência entre o extrato bancário e o relatório interno, sempre verificar onde está o erro e não faça apenas ajustes. A partir do momento que você realiza ajustes sem analisar o que houve, passa a contribuir para que os erros aconteçam novamente. Vantagens de fazer uma conciliação bancária Através da conciliação, sua empresa terá uma visão completa para o fluxo de caixa, informações confiáveis dos saldos das contas bancárias para realizar movimentações, além de ajudar no planejamento orçamentário da empresa. Espero ter ajudado você com esse conteúdo. Como deve ter percebido, este é um processo essencial da gestão financeira da sua empresa. Não faça da conciliação bancária apenas uma ferramenta, mas também como um indicador do controle nos seus recebimentos e pagamentos. Gostou deste artigo? Saiba como a MF Contabilidade pode ajudar no crescimento da sua empresa, entre em contato agora mesmo e fale com os nossos especialistas.

Escalabilidade: o que é e como ter um negócio estável?

Não é fácil tirar os sonhos do papel. Começar um novo negócio requer tempo, planejamento, e também um pouco de coragem. Porém, é imprescindível pensar no futuro, antes mesmo de dar o primeiro passo. Você precisa estar preparado a partir do momento em que toma a decisão. Por que reforçamos isso? Porque o seu negócio vai depender das escolhas que você toma e da base que você vai fornecer na hora de escalá-lo. Nesse momento as suas decisões definirão se o crescimento da sua empresa será ativo e sem sofrimentos. Quando falamos em crescimento, falamos também em expansão. Caso você tenha os recursos certos, mas não conduza bem o seu negócio, expandir pode sair da sua lista de desejos. Você sabe o que a Netflix e o Spotify tem em comum? Elas são empresas escaláveis. Foi a escalabilidade que permitiu que uma boa ideia com pouco investimento tivesse um alcance tão grande. Assim como o Airbnb, Uber e iFood. Se você tem dúvidas sobre esse conceito, fique tranquilo. Aqui vamos te ensinar o que é e como ter um negócio escalável, além de algumas dicas que vão inspirar o seu espírito empreendedor. O que é escalabilidade? O crescimento faz parte da realidade do empresário, mas, mesmo sendo esse um ponto positivo, as mudanças da expansão trazem consequências para a empresa. A escalabilidade é isso: reagir bem e se adequar a essa nova realidade sem sofrer com problemas operacionais ou até mesmo de gestão. E não basta apenas dar conta das mudanças, é preciso crescer junto a elas. É isso que tornará a escalada mais saudável e evitará as consequências negativas que podem vir com o desenvolvimento. O caminho para o sucesso é um negócio escalável, já que é esse tipo de empresa que costuma atrair maiores investimentos devido ao seu poder de crescimento e desenvolvimento. Quando pensamos em escalabilidade, precisamos entender também de que forma cada negócio vai se comportar e como vai crescer. Para isso, devemos destacar dois conceitos importantes: escalabilidade horizontal (out) ou vertical (up). Escalabilidade horizontal (out) Nesse modelo a principal meta de uma empresa é ser referência em seu segmento. Você não quer ser uma agência de publicidade que atende apenas escolas, você quer abranger uma grande variedade de clientes, de diversos mercados, e quer ser líder em marketing e comunicação no país. A atuação deve ser ampla e efetiva, gerando mais vendas. Escalabilidade vertical (up) Na escalabilidade vertical a empresa quer crescer, mas dentro do seu segmento. Por exemplo, você tem uma empresa que vende sandálias, a proposta é que você venda uma maior variedade de calçados para abranger as demandas desse mercado. Você estará escalando, mas dentro do seu mercado principal, apenas para ter maior extensão, com mais produtos e serviços. Quer saber mais como criar ou transformar seu negócio de forma escalonável? Entre em contato conosco.