Quer descobrir quais são os negócios em alta para 2020 e quais são as perspectivas para a retomada da economia? Essa é uma excelente ideia. A tão esperada recuperação econômica já está no horizonte, e, para os empreendedores, este é o momento de se planejar para aproveitar o impulso. Então, que tal começar conhecendo os negócios que são tendência no momento? Neste artigo, preparamos uma lista de negócios em alta para 2020 e muitas dicas para começar a empreender. Você vai ver: As expectativas para os negócios em 2020 Quais são os setores em alta para empreender Por que começar a planejar agora mesmo Como elaborar o seu plano de negócio 10 Negócios em alta em 2020. Negócios em alta para 2020? O cenário não tem sido animador para os empreendedores, mas estamos diante de uma possível virada para os negócios em 2020. Se você quer abrir uma empresa e estava aguardando um momento mais favorável, essa pode ser a oportunidade perfeita. Em novembro de 2019, o governo atualizou a previsão de crescimento do PIB para 2,32%, com uma projeção da inflação abaixo do esperado (3,26%), segundo dados da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia publicados na Exame. Junto à redução histórica de juros, diminuição contínua do risco país e retomada da confiança, os indicadores de recuperação são claros. Porém, o crescimento das atividades econômicas ainda é tímido, e, por conta disso, o cenário dos negócios em alta em 2020 não é tão diferente de 2019. O que vale no momento é identificar os segmentos com maior potencial, de olho nas tendências e projeções para o futuro. Assim, você pode encarar os negócios em alta para 2020 como uma nova chance de montar uma estratégia para tirar sua empresa do papel. 15 negócios em alta em 2020 Os negócios em alta em 2020 englobam opções para ganhar dinheiro na crise, em segmentos mais resilientes, e também novidades com alto potencial de crescimento. Veja quais ideias podem dominar o mercado nos próximos meses. 1. Alimentação “plant-based” A pesquisa mais recente do Ibope, publicada em 2018 no G1, mostra que 14% da população brasileira já se declara vegetariana (30 milhões de pessoas). Ao mesmo tempo, 55% afirmam que estão dispostos a consumir mais produtos veganos (sem ingredientes de origem animal). Para tornar o vegetarianismo mais acessível, surgiu o conceito de plant-based diet, ou dieta baseada em plantas, que introduz alimentos 100% vegetais no cotidiano de pessoas que consomem carne. Um dos fenômenos recentes que ilustra essa tendência é o desenvolvimento de produtos sem carne em grandes redes, como o “impossible burger” do Burger King e o “Futuro Burger” recém-chegado nas hamburguerias brasileiras. Logo, estamos diante de uma mudança cultural na alimentação — e quem chegar primeiro, pode ditar os rumos desse mercado. 2. Cosméticos naturais No segmento de cosméticos, os ingredientes de origem natural são a tendência da vez. De acordo com uma pesquisa do Laboratório de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicada no Caderno de Tendências 2019-2020 da Abihpec/Sebrae, esse segmento cresce entre 8 e 25% ao ano no mundo todo. No Brasil, 41% da população tem interesse em produtos de beleza e cuidados pessoais com ingredientes de origem natural, segundo um relatório da Mintel. Entram nessa categoria os produtos à base de plantas, óleos vegetais e extratos botânicos, que também incluem métodos de produção sustentáveis e comércio justo. Com uma rápida busca, já podemos encontrar várias marcas de cosméticos naturais e artesanais. Inclusive, muitos empreendedores desse nicho começam anunciando seus produtos em mídias sociais e com lojas online em marketplaces. 3. Brechós Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com os tempos de economia compartilhada. Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos. Prova disso é o sucesso do Enjoei, por exemplo, que cresce 80% ao ano, segundo dados publicados na E-commerce Brasil. 4. Corte e costura Com a busca pela personalização e autenticidade, os ateliês de costura estão voltando com tudo. Só as escolas de corte e costura já registraram aumento de 50% dos alunos em 2018, de acordo com matéria da Band. Além disso, portais como o GetNinjas facilitam o acesso aos serviços de costureiros profissionais, que criam peças sob medida ou fazem ajustes de acordo com o desejo do cliente. O reflexo do crescimento do setor também apareceu na indústria de máquinas de costura, que registrou alta de 30% no primeiro semestre de 2019, de acordo com dados da distribuidora Andrade Máquinas publicados na Textília. 5. Perfumes personalizados Voltando ao setor da beleza, uma tendência para colocar no radar são os perfumes personalizados. No caderno de tendências da Abihpec, aparecem as fragrâncias “DIY” (Do It Yourself ou Faça-Você-Mesmo), que permitem ao consumidor assumir o papel de perfumista. No caso, criar seu próprio perfume oferece uma sensação única de exclusividade e alquimia. Inclusive, é possível utilizar a inteligência artificial para criar perfumes personalizados a partir de várias combinações de essências, unindo a tecnologia à beleza em um negócio inovador. 6. Coworking Coworking é um negócio em alta — e não é de hoje. Na esteira da economia compartilhada, o coworking acelera. Nos últimos três anos, o mercado de escritórios compartilhados cresceu impressionantes 500%, em comparação com os 200% globais, segundo dados do Censo Coworking Brasil publicados na Exame. Em 2018, os coworkings faturaram cerca de R$ 130 milhões, e ainda há muito espaço para concorrer no mercado. Atualmente, a tendência é criar espaços temáticos, concentrando no mesmo local profissionais, serviços e recursos de um único segmento. Há, por exemplo, coworkings dedicados a profissionais de moda, agronegócio, beleza, educação, entre outros setores. Outro fator que ajuda a impulsionar o segmento é o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking é uma boa alternativa. 7. Desenvolvimento de aplicativos Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Afinal, os smartphones se tornaram dispositivos obrigatórios no dia a dia. De acordo com uma pesquisa da Pew Research, publicada no Canal Tech, a indústria de desenvolvimento de