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Autor: mfcontabilidade

BNDES lança pacote de ações de apoio que soma R$ 55 bilhões

Principal novidade foi o anúncio de R$ 5 bi para capital de giro, que especialistas consideraram insuficientes Alvo de críticas pela demora na resposta aos efeitos do novo coronavírus, que devem desacelerar de forma dramática a economia brasileira este ano, o BNDES anunciou as primeiras medidas de apoio a trabalhadores e empresas no enfrentamento da pandemia. As ações somam R$ 55 bilhões, sendo que uma parte delas – a transferência de R$ 20 bilhões do PIS-Pasep para reforçar o FGTS – já havia sido divulgada pelo governo há uma semana. De novo, o pacote incluiu a suspensão por seis meses dos pagamentos de empréstimos contratados por empresas junto ao BNDES, no total de R$ 30 bilhões, e a ampliação de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas em R$ 5 bilhões. O BNDES também informou que ficam suspensos os pagamentos antecipados de recursos ao Tesouro, o que dá fôlego ao banco para trabalhar em medidas adicionais em uma segunda etapa. O pacote do BNDES foi definido por economistas de diferentes tendências como “tímido” e “modesto”, embora haja o reconhecimento de que outras medidas poderão ser anunciadas. “É uma primeira aproximação para testar o mercado e ver o que as empresas precisam para depois, eventualmente, complementar”, disse um executivo com passagem pelo banco. O BNDES informou que também estuda medidas setoriais que poderão ser anunciadas no curto prazo, incluindo o setor aéreo e o de turismo, bares e restaurantes. As ações foram anunciadas pelo presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em uma transmissão pela internet que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro. “São medidas iniciais do BNDES, que faz jus ao ‘S’ de social”, disse Bolsonaro. Ele também afirmou que novas medidas virão para dar uma resposta a “esse mal que nos aflige agora”. Montezano negou que o banco tenha demorado a dar uma resposta à crise. “Esses R$ 55 bilhões são super relevantes e representam quase o mesmo valor desembolsado pelo banco em 2019”. E continuou: “Em pouco menos de uma semana apresentamos medida dessa materialidade. Isso aqui é uma jornada, não é algo que se encerra agora. Na verdade, isso é só um primeiro passo. O banco está trabalhando quase sete dias por semana para entregar novos produtos. E vamos trazer mais produtos e soluções nas próximas semanas.” A suspensão das amortizações em contratos de crédito por seis meses foi dividida entre operações diretas – aquelas feitas pelas empresas diretamente com o BNDES – e as indiretas, realizadas via agentes financeiros. As medidas valem para principal e juros, mas não mexem nos prazos totais das operações. Nas operações diretas, o efeito estimado pelo banco com a suspensão temporária dos pagamentos é de R$ 19 bilhões. Nas indiretas, chega a R$ 11 bilhões. Nos dois casos, o diferencial que deixará de ser cobrado por seis meses será incorporado ao saldo devedor. As empresas podem pleitear a suspensão desde que a situação junto ao BNDES esteja regular. No capital de giro, além de oferecer mais dinheiro, o banco amplia o leque de empresas que podem tomar recursos e os valores passíveis de contratação. Uma fonte disse que o capital de giro do BNDES estava limitado a empresas com faturamento de até R$ 90 milhões por ano, número que passa para R$ 300 milhões anuais. O limite de crédito por beneficiário por ano será elevado de R$ 10 milhões para R$ 70 milhões. As empresas terão 24 meses de carência e cinco anos de prazo total para pagar esses novos financiamentos. A medida do capital de giro foi considerada “importante” por economistas, pois os recursos poderiam ser usados para pagar dívida mais cara contraída com o próprio BNDES – inclusive essa que poderá ter as amortizações suspensas agora, mas que ficará mais “pesada” para as empresas ao fim do contrato. “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do “As ações do BNDES são modestas, não condizem com o quadro de crise mundial. De linhas novas, está se falando em R$ 5 bilhões. O resto é refinanciamento, isto é, as parcelas e juros são jogadas pra frente e acumuladas no saldo devedor”, tuitou, no meio da tarde, Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão do Senado. Para ele, os valores anunciados são modestos para cobrir o que pode ser uma “quebradeira geral” de empresas. “Um dos maiores bancos de desenvolvimento do mundo tem que atuar de maneira firme”, afirmou o economista ao Valor. Ele disse que a Espanha anunciou um pacote emergencial de € 200 bilhões, equivalente a 20% do PIB daquele país, e o Tesouro dos Estados Unidos elevou o pacote econômico para US$ 1 trilhão. Um executivo disse que, em 2017, o BNDES lançou linha de capital de giro de R$ 20 bilhões, mas reconheceu que houve demora para desembolsar. Outro economista afirmou que o apoio do governo na crise, incluindo o BNDES, equivaleria a menos de 3% do PIB do país. “De forma geral, os pacotes [no mundo desenvolvido] não têm sido menores do que 5% do PIB”. O coordenador do Centro de Estudos do Mercado de Capitais (Cemec-Fipe), Carlos Rocca, listou três desafios com relação ao financiamento para o capital de giro das empresas: a agilidade para a liberação dos recursos; a flexibilização dos critérios de concessão dos empréstimos, já que muitas empresas podem não ter garantias de recebíveis, por estarem com as operações interrompidas; e o prazo das operações. “As empresas deixaram de vender e têm contas a pagar”. Gostou deste artigo? Saiba como a MF Contabilidade pode ajudar no crescimento de sua empresa, ou recuperação de tributos. Entre em contato agora mesmo e fale com nossos especialistas. Telefone: (62) 3088 – 1130Email: mf@mfcontabilidade.com.br

Conciliação bancária: 4 dicas importantes para sua empresa

Toda empresa tem que criar o hábito em fazer a conciliação bancária diária com bastante atenção e sempre com foco nas análises dos resultados. Esse processo é essencial para prevenir erros e fraudes. Não faça apenas ajustes para seus resultados baterem. Faça uma análise mais profunda, busque documentos originais para saber se o que foi acordado é o que está lançado, analise os juros, multas e os descontos. Verifique se o que está lançado foi mesmo realizado. Podem acontecer débitos indevidos por parte do banco, como também depósitos não identificados, ambos não poderão ser conciliados até que se identifique onde está a falha. Dicas para fazer a conciliação bancária Para que você comece a partir de agora a analisar melhor a conciliação bancária da sua empresa, vamos lhe dar 4 dicas simples que não podem ser deixadas para lá. 1) Reconhecer absolutamente todas as entradas e saídas A sua elaboração deve ser baseada no reconhecimento de todas as entradas e saídas, observando cada particularidade. Alguns fatores externos podem gerar diferenças entre o que está registrado e o saldo bancário, um exemplo disso é o tempo de compensação dos depósitos recebidos. 2) Garantir as informações na data correta Os lançamentos de entrada e saída deverão ser informados na data correta, como também para a conta bancária envolvida na movimentação. Lançar cada informação corretamente, reduz consideravelmente as divergências dos dados. 3) Bater os valores de saldo inicial e final Verificar se os valores de saldo inicial e saldo final do extrato bancário, estão de acordo com o relatório interno de controle da conta bancária. Após verificar esses valores, você vai percebendo e encontrando onde estão as divergências com mais facilidade. Pois as informações são analisadas do macro ao micro e torna o entendimento mais fácil. 4) Verifique todos os erros e não faça ajustes Se encontrar divergência entre o extrato bancário e o relatório interno, sempre verificar onde está o erro e não faça apenas ajustes. A partir do momento que você realiza ajustes sem analisar o que houve, passa a contribuir para que os erros aconteçam novamente. Vantagens de fazer uma conciliação bancária Através da conciliação, sua empresa terá uma visão completa para o fluxo de caixa, informações confiáveis dos saldos das contas bancárias para realizar movimentações, além de ajudar no planejamento orçamentário da empresa. Espero ter ajudado você com esse conteúdo. Como deve ter percebido, este é um processo essencial da gestão financeira da sua empresa. Não faça da conciliação bancária apenas uma ferramenta, mas também como um indicador do controle nos seus recebimentos e pagamentos. Gostou deste artigo? Saiba como a MF Contabilidade pode ajudar no crescimento da sua empresa, entre em contato agora mesmo e fale com os nossos especialistas.

Escalabilidade: o que é e como ter um negócio estável?

Não é fácil tirar os sonhos do papel. Começar um novo negócio requer tempo, planejamento, e também um pouco de coragem. Porém, é imprescindível pensar no futuro, antes mesmo de dar o primeiro passo. Você precisa estar preparado a partir do momento em que toma a decisão. Por que reforçamos isso? Porque o seu negócio vai depender das escolhas que você toma e da base que você vai fornecer na hora de escalá-lo. Nesse momento as suas decisões definirão se o crescimento da sua empresa será ativo e sem sofrimentos. Quando falamos em crescimento, falamos também em expansão. Caso você tenha os recursos certos, mas não conduza bem o seu negócio, expandir pode sair da sua lista de desejos. Você sabe o que a Netflix e o Spotify tem em comum? Elas são empresas escaláveis. Foi a escalabilidade que permitiu que uma boa ideia com pouco investimento tivesse um alcance tão grande. Assim como o Airbnb, Uber e iFood. Se você tem dúvidas sobre esse conceito, fique tranquilo. Aqui vamos te ensinar o que é e como ter um negócio escalável, além de algumas dicas que vão inspirar o seu espírito empreendedor. O que é escalabilidade? O crescimento faz parte da realidade do empresário, mas, mesmo sendo esse um ponto positivo, as mudanças da expansão trazem consequências para a empresa. A escalabilidade é isso: reagir bem e se adequar a essa nova realidade sem sofrer com problemas operacionais ou até mesmo de gestão. E não basta apenas dar conta das mudanças, é preciso crescer junto a elas. É isso que tornará a escalada mais saudável e evitará as consequências negativas que podem vir com o desenvolvimento. O caminho para o sucesso é um negócio escalável, já que é esse tipo de empresa que costuma atrair maiores investimentos devido ao seu poder de crescimento e desenvolvimento. Quando pensamos em escalabilidade, precisamos entender também de que forma cada negócio vai se comportar e como vai crescer. Para isso, devemos destacar dois conceitos importantes: escalabilidade horizontal (out) ou vertical (up). Escalabilidade horizontal (out) Nesse modelo a principal meta de uma empresa é ser referência em seu segmento. Você não quer ser uma agência de publicidade que atende apenas escolas, você quer abranger uma grande variedade de clientes, de diversos mercados, e quer ser líder em marketing e comunicação no país. A atuação deve ser ampla e efetiva, gerando mais vendas. Escalabilidade vertical (up) Na escalabilidade vertical a empresa quer crescer, mas dentro do seu segmento. Por exemplo, você tem uma empresa que vende sandálias, a proposta é que você venda uma maior variedade de calçados para abranger as demandas desse mercado. Você estará escalando, mas dentro do seu mercado principal, apenas para ter maior extensão, com mais produtos e serviços. Quer saber mais como criar ou transformar seu negócio de forma escalonável? Entre em contato conosco.

Empreendedorismo: 10 negócios em alta para tirar sua empresa do papel em 2020

Quer descobrir quais são os negócios em alta para 2020 e quais são as perspectivas para a retomada da economia? Essa é uma excelente ideia. A tão esperada recuperação econômica já está no horizonte, e, para os empreendedores, este é o momento de se planejar para aproveitar o impulso. Então, que tal começar conhecendo os negócios que são tendência no momento? Neste artigo, preparamos uma lista de negócios em alta para 2020 e muitas dicas para começar a empreender. Você vai ver: As expectativas para os negócios em 2020 Quais são os setores em alta para empreender Por que começar a planejar agora mesmo Como elaborar o seu plano de negócio 10 Negócios em alta em 2020. Negócios em alta para 2020? O cenário não tem sido animador para os empreendedores, mas estamos diante de uma possível virada para os negócios em 2020.  Se você quer abrir uma empresa e estava aguardando um momento mais favorável, essa pode ser a oportunidade perfeita. Em novembro de 2019, o governo atualizou a previsão de crescimento do PIB para 2,32%, com uma projeção da inflação abaixo do esperado (3,26%), segundo dados da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia publicados na Exame.  Junto à redução histórica de juros, diminuição contínua do risco país e retomada da confiança, os indicadores de recuperação são claros. Porém, o crescimento das atividades econômicas ainda é tímido, e, por conta disso, o cenário dos negócios em alta em 2020 não é tão diferente de 2019.  O que vale no momento é identificar os segmentos com maior potencial, de olho nas tendências e projeções para o futuro.  Assim, você pode encarar os negócios em alta para 2020 como uma nova chance de montar uma estratégia para tirar sua empresa do papel. 15 negócios em alta em 2020 Os negócios em alta em 2020 englobam opções para ganhar dinheiro na crise, em segmentos mais resilientes, e também novidades com alto potencial de crescimento.  Veja quais ideias podem dominar o mercado nos próximos meses. 1. Alimentação “plant-based” A pesquisa mais recente do Ibope, publicada em 2018 no G1, mostra que 14% da população brasileira já se declara vegetariana (30 milhões de pessoas).  Ao mesmo tempo, 55% afirmam que estão dispostos a consumir mais produtos veganos (sem ingredientes de origem animal). Para tornar o vegetarianismo mais acessível, surgiu o conceito de plant-based diet, ou dieta baseada em plantas, que introduz alimentos 100% vegetais no cotidiano de pessoas que consomem carne. Um dos fenômenos recentes que ilustra essa tendência é o desenvolvimento de produtos sem carne em grandes redes, como o “impossible burger” do Burger King e o “Futuro Burger” recém-chegado nas hamburguerias brasileiras.  Logo, estamos diante de uma mudança cultural na alimentação — e quem chegar primeiro, pode ditar os rumos desse mercado.  2. Cosméticos naturais No segmento de cosméticos, os ingredientes de origem natural são a tendência da vez.  De acordo com uma pesquisa do Laboratório de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicada no Caderno de Tendências 2019-2020 da Abihpec/Sebrae, esse segmento cresce entre 8 e 25% ao ano no mundo todo. No Brasil, 41% da população tem interesse em produtos de beleza e cuidados pessoais com ingredientes de origem natural, segundo um relatório da Mintel. Entram nessa categoria os produtos à base de plantas, óleos vegetais e extratos botânicos, que também incluem métodos de produção sustentáveis e comércio justo.  Com uma rápida busca, já podemos encontrar várias marcas de cosméticos naturais e artesanais. Inclusive, muitos empreendedores desse nicho começam anunciando seus produtos em mídias sociais e com lojas online em marketplaces.   3. Brechós Entra ano, sai ano e os brechós não saem de listas de negócios em alta. Mas não chega a ser surpresa, porque reaproveitar o velho em vez de comprar o novo é um conceito que combina bastante com os tempos de economia compartilhada.  Embora seja um mercado frequentemente incentivado, ainda há espaço para a venda de peças usadas, como roupas. As principais oportunidades estão no meio online, podendo negociar com pessoas de todo o Brasil que buscam artigos específicos. Prova disso é o sucesso do Enjoei, por exemplo, que cresce 80% ao ano, segundo dados publicados na E-commerce Brasil. 4. Corte e costura Com a busca pela personalização e autenticidade, os ateliês de costura estão voltando com tudo. Só as escolas de corte e costura já registraram aumento de 50% dos alunos em 2018, de acordo com matéria da Band.  Além disso, portais como o GetNinjas facilitam o acesso aos serviços de costureiros profissionais, que criam peças sob medida ou fazem ajustes de acordo com o desejo do cliente.  O reflexo do crescimento do setor também apareceu na indústria de máquinas de costura, que registrou alta de 30% no primeiro semestre de 2019, de acordo com dados da distribuidora Andrade Máquinas publicados na Textília.  5. Perfumes personalizados Voltando ao setor da beleza, uma tendência para colocar no radar são os perfumes personalizados.  No caderno de tendências da Abihpec, aparecem as fragrâncias “DIY” (Do It Yourself ou Faça-Você-Mesmo), que permitem ao consumidor assumir o papel de perfumista. No caso, criar seu próprio perfume oferece uma sensação única de exclusividade e alquimia. Inclusive, é possível utilizar a inteligência artificial para criar perfumes personalizados a partir de várias combinações de essências, unindo a tecnologia à beleza em um negócio inovador.  6. Coworking Coworking é um negócio em alta — e não é de hoje. Na esteira da economia compartilhada, o coworking acelera. Nos últimos três anos, o mercado de escritórios compartilhados cresceu impressionantes 500%, em comparação com os 200% globais, segundo dados do Censo Coworking Brasil publicados na Exame.  Em 2018, os coworkings faturaram cerca de R$ 130 milhões, e ainda há muito espaço para concorrer no mercado. Atualmente, a tendência é criar espaços temáticos, concentrando no mesmo local profissionais, serviços e recursos de um único segmento. Há, por exemplo, coworkings dedicados a profissionais de moda, agronegócio, beleza, educação, entre outros setores.  Outro fator que ajuda a impulsionar o segmento é o aumento do desemprego e a crescente procura por opções para trabalhar em casa. Como nem sempre o home office oferece condições adequadas para atividades profissionais, utilizar um coworking é uma boa alternativa. 7. Desenvolvimento de aplicativos Não é de hoje que os apps encheram as nossas vidas de facilidades. Afinal, os smartphones se tornaram dispositivos obrigatórios no dia a dia.  De acordo com uma pesquisa da Pew Research, publicada no Canal Tech, a indústria de desenvolvimento de