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CMN baixa meta central de inflação para 4,25% em 2019 e 4% em 2020.

É a primeira vez desde 2005 que governo muda a meta, que terá que ser perseguida pelo Banco Central. Medida indica que governo vai buscar inflação menor nos próximos anos. O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou nesta quinta-feira (29), após reunião em Brasília, que a meta central de inflação será de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020. A decisão significa a primeira redução na meta central de inflação desde 2005. De lá para cá, a meta, que tem que ser perseguida pelo Banco Central, permaneceu em 4,5% ao ano – índice considerado alto para padrões internacionais. A meta de 4,5% vai vigorar até 2018.

Arrecadação recua 0,9%, para R$ 97,6 bilhões, e tem o pior maio em 7 anos.

Já no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano, houve um aumento real de 0,35%, para R$ 544 bilhões, informou a Receita Federal. A arrecadação federal totalizou R$ 97,6 bilhões, entre impostos, contribuições federais e outras receitas como royalties pagos ao governo por empresas que exploram petróleo no país. O resultado representa uma queda real (descontada a inflação) de 0,96% na comparação com o registrado em maio de 2016. A comparação com período igual do ano anterior é considerada a mais apropriada por especialistas.

Mercado de trabalho registra em maio segundo mês seguido de geração de vagas formais.

Em maio de 2016, houve redução de 72.615 postos de trabalho formais. O país voltou a gerar empregos com carteira assinada em maio, pelo segundo mês consecutivo. No mesmo período de 2016, foi registrado saldo líquido (admissões menos demissões) negativo de 72.615 postos. Segundo integrantes do Palácio do Planalto, que está monitorando a comportamento do mercado formal de trabalho, os setores que contribuíram para a criação de vagas no mês passado foram agropecuária, serviços e indústria. Os dados consolidados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregos (Caged) serão divulgados na tarde desta terça feira pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Governo deve corrigir tabela do IR em até 4%.

Medida integra iniciativas para minimizar crise política BRASÍLIA – A vitória no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode ter dado fôlego ao presidente Michel Temer, mas ainda não tirou o governo das cordas. Além de impopular, Temer tem agora uma base fragilizada no Congresso e enfrentará uma denúncia de corrupção que será apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Diante disso, a ordem do Palácio do Planalto é que a equipe econômica tire do papel medidas que possam minimizar os efeitos negativos do cenário político. Na mira estão várias ações, como a correção da tabela do Imposto de Renda (IR) das pessoas físicas entre 3,5% e 4% a partir de 2018 e o reajuste do programa Bolsa Família em 4,6%.

Receita libera nesta quinta-feira consulta ao 1º lote de restituição do IR 2017.

Consulta está disponível a partir de 9h desta quinta-feira (8) no site da Receita Federal; R$ 3 bilhões serão devolvidos a 1,6 milhão de contribuintes. A Receita Federal libera nesta quinta-feira (8) às 9h a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas 2017. O primeiro lote também incluirá restituições residuais de 2008 a 2016, informou a Receita.

PIB do Brasil cresce 1% no 1º trimestre de 2017, após 8 quedas seguidas.

Agropecuária foi o destaque na primeira alta da economia em 2 anos. Tecnicamente, resultado positivo tira o país da recessão. A economia brasileira voltou a crescer após oito trimestres seguidos de queda. Nos três primeiros meses de 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1,0% em relação ao 4º trimestre do ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, a economia “encolheu” 3,6% – confirmando a pior recessão da história do país.

Desemprego fica em 13,6% no trimestre terminado em abril e atinge 14 milhões.

Na comparação com o trimestre terminado em março houve leva queda de 0,1 ponto percentual. Em relação ao trimestre terminado em janeiro, outro método, houve leve alta de 1 ponto percentual. O desemprego ficou em 13,6% no trimestre de fevereiro a abril, segundo dados divulgados pesquisa Pnad Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísica (IBGE), nesta quarta-feira (31). De acordo com o levantamento, o contingente de desempregados ficou em 14 milhões.

O que é e como funciona a nova Lei 13352 para salões de beleza?

A Nova lei 13352 para salões de beleza é um modelo de parceria, que consiste em uma gestão formada por dois agentes: O Profissional Parceiro e o Salão Parceiro, ambos unindo forças, recursos e com determinado objetivo, que no caso é a prestação dos serviço ao cliente. Nada diferente do que já ocorre e sempre ocorreu dentro dos centros de beleza, porém agora de forma oficializada. Como funciona? Nesse modelo de parceria, existe uma relação entre os dois agentes (profissional e salão), regido por um contrato de parceria. Nesse modelo cada parte paga seus encargos tributários e previdenciários, tudo de acordo com o que cada parte fatura. Uma das características principal nesse modelo de trabalho é a formalização dos profissionais que antes viviam na informalidade da autonomia, tanto em recolhimento dos tributos quanto previdenciários.

‘Lei da gorjeta’ entra em vigor neste sábado e divide opiniões de funcionários

Famosa ‘caixinha’ entrará na folha de pagamento de garçons e outros trabalhadores. Nada muda para o cliente e pagamento dos 10% continua sendo opcional. Garçom há 58 dos seus 75 anos, Calixto Pinheiro aprova a lei que regulamenta a gorjeta (Foto: Paula Paiva Paulo) A chamada ‘lei da gorjeta’ passa a valer em todo o Brasil neste sábado (13), 60 dias após ter sido sancionada pelo presidente Michel Temer. Ela regulamenta a cobrança e a divisão de gorjetas em restaurantes, hotéis, motéis e “estabelecimentos similares”, segundo o texto da lei. Para o cliente, nada vai mudar, o pagamento continua opcional.

IR 2017: prazo para entregar a declaração termina nesta sexta-feira.

Multa mínima para quem não declarar é de R$ 165,74, mas pode chegar a 20% do imposto devido. Termina nesta sexta-feira (28), às 23h59, o prazo para declarar o imposto de renda 2017. O contribuinte que não enviar sua declaração ou enviar o documento fora do prazo terá que pagar multa de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo da multa corresponde a 20% do imposto devido.